Militão Repórter


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Wagner Yonegura, George Hiraiwa, o secretário estadual Ramiro Wahrhaftig, Antonio Ueno e Luis Carlos Adachi

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Os empresários londrinenses Wagner Yonegura e Alex Ríspoli, na visita à Sonny Media World

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O famoso boi de Kobe, a carne bovina mais cara do mundo

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As casas de carnes oferecem sugestões de pratos à freguesia




Gaman, Gambarê!
O Japão trabalha e fica mais rico
O empresário Wagner Seiti Yonegura integrou a delegação da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Japão que foi recentemente a Tóquio e outras localidades nipônicas e que teve na chefia o ex-deputado federal Antônio Ueno, que é o presidente da entidade. Para Wagner, que é diretor do Mister Chang em Londrina, o que mais o impressionou foi verificar como o povo japonês come fora de casa. A procura pela comida pronta, a Bentô, pelo disque-entrega é grande. E na maioria dos lugares que vendem alimentos prontos, a comida é boa ou muito boa. Só que o preço é bem alto.
Um café da manhã no hotel (dois sucos e café) custou 28 dólares, isto é 52 reais. Muito caro para nós brasileiros. Mas para os japoneses, que ganham muito bem, é considerado razoável.
Onde a delegação paranaense esteve, foi muito bem recebida. Os japoneses são educados e organizados. E os banquetes oferecidos foram excelentes: camarão e lagosta à vontade. Eles não fazem economia com os visitantes.
Wagner Yonegura me contou que visitaram a fábrica de robôs e de motocicletas da Kawasaki. É de impressionar. Faturam muito, pois vendem para o mundo todo. As motos para entrega de comida são possantes. O dobro das que são utilizadas em Londrina, por exemplo.
Em Kobe, cidade totalmente recuperada após o violento terremoto que sofreu há alguns anos, eles visitaram confinamentos de bovinos. O boi de Kobe é famoso. Os animais são tratados com massagens diárias, música ambiente e ingredientes de cerveja. A carne é a mais macia do mundo, dizem os criadores nipônicos.
Cem gramas da carne do boi de Kobe custam em média 32 dólares. Um boi custa de 10 a 20 mil dólares!
A delegação visitou locais religiosos, chamados de ‘templos da paz’. Alguns impressionam muito pelo ambiente espiritual.
Yonegura achou que as mulheres brasileiras são mais bonitas que as japonesas. Disse-me que as jovens nipônicas são extravagantes. Usam saltos muito altos, cabelos pintados de várias cores e muita maquiagem. Mas tanto as mulheres como os homens adultos são elegantes, bem vestidos. Vão trabalhar de terno e gravata. Nas empresas coloquem seus uniformes. Tomam banho e voltam novamente de terno. Transporte eficiente e horário rigorosamente cumprido são outras marcas registradas do Japão.
A 28ª missão econômica ficou durante 30 dias no território japonês. Visitou várias empresas. A principal razão da viagem: tentar negócios, parcerias comerciais e conhecer a cultura nipônica. E estreitar laços de amizade.
Wagner Yonegura trouxe algumas idéias que pretende colocar em prática aqui. Inclusive tentará representar alguns produtos japoneses. Esteve no Pokémon, Centro de Desenho Animado, e conversou bastante com seus diretores. Conversou mais em inglês do que em japonês, o que causou boa impressão aos anfitriões.
Com Luis Carlos Adachi e George Hiraiwa (Stacenter Parking e McDonald’s) ele visitou o empresário Kazuo Inamori, fundador e presidente do Kyocera, a maior empresa do mundo no setor de cerâmica fina. Que fatura 15 bilhões de dólares ao ano. Isso mesmo: 15 bilhões de dólares!
E mais: o empresário Kazuo Inamori é dirigente da DDI, a segunda maior empresa de telecomunicações do Japão, que fatura 32 bilhões de dólares por ano!!! Yonegura já esteve antes naquele país, visitando familiares. Acha que os japoneses trabalham muito, com paciência e persistência e ficam cada vez mais ricos. Eles detêm a maior poupança do mundo.
A delegação esteve também visitando a Universidade Sokka Gakkai, em Tóquio, onde, recentemente, o reitor Jackson Proença Testa, da UEL, foi homenageado com o título de ‘Reitor Honoris Causa’.
Em Tóquio, ele e outros londrinenses estiveram em Akihabara, o famoso bairro onde está o maior centro de produtos eletrônicos japoneses. Lá está também um prédio de dez andares, onde um criador de boi de Kobe tem um tipo de restaurante em cada andar.
Os criadores japoneses estão comprando fazendas na Austrália, país mais próximo do Japão. Mas os nipônicos também comem muito macarrão, comentou. E percebeu que a presença de brasileiros e outros latino-americanos influíram no surgimento de novos pratos, que os japoneses apreciam.

Idas e vindas
O presidente da Acil, Walter Orsi, está em Rondonópolis, Mato Grosso, onde passou o Réveillon, e ficará mais dez dias pescando com os irmãos no Rio São Lourenço. Eles têm um rancho com piscina à beira daquele rio.
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O vice-reitor da UEL, professor Márcio Almeida, acaba de retornar da Espanha. Esteve em Madri e em Barcelona, a convite das Universidades dessas duas cidades. Deve ter muita coisa para contar.

Amigos da Concha
Está criada a Associação dos Amigos da Concha Acústica. Que deseja revitalizar a Praça Primeiro de Maio, sem custos para o poder público municipal. O plano é fazer 99 garagens para carros embaixo da praça, erguendo também a atual Concha Acústica. Que poderá ganhar cobertura de acrílico. Idéia que será debatida com a comunidade.
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A Associação promoverá concurso, convidando estudantes e professores de arquitetura, para que seja concretizado o melhor projeto. Estudantes dos curso da UEL e do Cesulon já estão contatados a respeito.

Fique sabendo
O presidente da Acil, Walter Orsi, está em Rondonópolis, Mato Grosso, onde passou o Réveillon, e ficará mais dez dias pescando com os irmãos no Rio São Lourenço. Eles têm um rancho com piscina à beira daquele rio.
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Fabiana e Giuliano Prestes retornaram da lua de mel em Santa Bárbara. Casaram-se, recentemente, em Londrina.
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O advogado Synézio Prestes Sobrinho prepara-se para voltar a fazer o Caminho de Santiago de Compostela. Ainda este ano, ao lado de alguns amigos como o Capitão Sunihara, da Marinha, que aqui o esteve visitando. Sunihara tem família em Paranavaí.
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O vice-reitor da UEL, professor Márcio Almeida, acaba de retornar da Espanha. Esteve em Madri e em Barcelona, a convite das Universidades dessas duas cidades. Deve ter muita coisa para contar.
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Tadeu Costa, chef do buffet Eldorado, desdobrou-se para atender às festas de Réveillon da família Felipe, em Apucarana, e de Eduardo Caram, Marcelo Almeida, do centro-avante Elber, do Bayern de Munique, de Harold Hartmann e de Glênio Paranaguá, em Londrina. Todos jantares caprichados, onde não faltaram caviar, camarão, lagostines, lagosta, crepes, massas italianas, filés e bebida da melhor qualidade. O ano de 2000 promete.