Desde o nascimento dos trigêmeos Lucas, Marina e Letícia, de 1 ano e dois meses, Elisa Fabiana Mologni Kawazoe ouve sempre o mesmo comentário: ‘‘três filhos ao mesmo tempo devem dar um trabalhão’’. A resposta também é sempre a mesma: ‘‘o carinho que recebo deles é mais do que recompensador’’, explica Elisa, que diz estar vivendo a deliciosa fase dos beijinhos. ‘‘E quando um vem para me dar um beijinho, os outros dois também vêm’’, completa.
Quanto ao trabalho com os pimpolhos, ela conta que ‘‘dá mais ou menos o mesmo trabalho de um só’’, garante. ‘‘Mas eu nunca fui mãe de um só’’, conta Elisa, que chegou a pensar que não poderia ser mãe. ‘‘Eu fiz um tratamento de dois meses, mas engravidei logo no primeiro mês’’, lembra.
Quando os trigêmeos nasceram, Elisa e o marido optaram por dedicação integral aos filhos. Deixaram o trabalho de lado e se mudaram para a casa da mãe dela, que também entrou na dança das trocas de fraldas, assim como o pai e os irmãos. Com tanta gente ajudando – vizinhas e tias também – Elisa se viu obrigada a criar um método próprio de organização. Comprou um caderninho para anotar os horários de trocas de fraldas, mamadeiras, remédios. Há cerca de um mês, os cadernos foram aposentados, o marido voltou a trabalhar e o casal comprou a casa vizinha à da mãe.
‘‘Eu devo voltar ao trabalho no ano que vem’’, planeja. Por enquanto, Elisa curte as gracinhas do risonho Lucas, da meiga Marina e da compenetrada Letícia.

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