Galvão Bueno é polêmico, sabe disso e gosta desta reputação. O narrador esportivo que em 2014 completa 40 anos de profissão - desses 31 de Rede Globo, onde tem salário mensal de R$ 1 milhão, ainda se incomoda com algumas coisas divulgadas a seu respeito e que ele frisa serem histórias mentirosas e deslavadas, numa referência às publicações sobre as supostas agressões à sua esposa Desirèe Soares e brigas na emissora na qual trabalha. Fora isso, Galvão só tem a comemorar.

Diferentemente do que a mídia vem divulgando há meses, ele não vai ''pendurar as chuteiras'' em 2014, está preparando um livro e se destaca como dono de vinícolas, tendo um dos seus cinco vinhos premiados. Além do mais, segundo pesquisas, é o locutor mais querido do Brasil, especialmente entre as mulheres. Em Londrina, onde passa as festas de fim de ano, Galvão recebeu a reportagem da FOLHA em sua residência para uma entrevista.

- Pesquisas qualitativas feitas pela Rede Globo apontaram você como o locutor mais apreciado do Brasil, inclusive pelas mulheres, que afirmaram só entender de futebol quando você está narrando...

Olha, não sei onde foram buscar isso, mas confesso que é interessante. Sei que sou muito autêntico e polêmico. Eu mexo e provoco paixões e reações, e tenho tal consciência disso. Vou fazer 40 anos de profissão e as pessoas vem se acostumando comigo. A Globo sempre faz pesquisas, afinal de contas, a gente vive disso, da receptividade que o telespectador tem.


Leia a entrevista completa, somente para assinantes da FOLHA.

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