Jovem piloto traz Bonanza da Flórida para Londrina!
Alexandre Nogueira da Costa Junior, 18 anos, que tirou o brevê de piloto privado, em Lakeland, que fica perto de Orlando, na Flórida, EUA, acaba de trazer avião Bonanza, voando de Fort Lauderdale, na Flórida, até o Aeroporto José Richa em Londrina, fazendo, claro, algumas paradas durante o trajeto. O avião foi comprado pelo empresário londrinense Marcelo Montezuma. Aliás, este já é o segundo Bonanza que Alexandre traz. O primeiro foi em fevereiro último, logo que se formou, para o advogado Irineu Codato. Nos últimos meses, fez o curso de IFR (que é o de Vôo por Instrumento) lá mesmo em Lakeland. Alexandre nos disse que herdou de seu avô Ivo Vicentini, a paixão por pilotar e pela aviação. Ele é filho de Simone Vicentini e de Alexandre Nogueira da Costa. Sua avó materna, dona Silvia Vicentini, é outra grande incentivadora do neto. Alexandre passou também um ano, fazendo o terceirão, em uma High-School no Missouri. Atualmente estuda Ciências Aeronáuticas em Londrina. 25 horas até aqui Feliz com seu trabalho, e seu sucesso, pois demonstrou toda sua capacidade nesses dois longos vôos, Alexandre contou que levou 25 horas de Fort Lauderdale até londrina. E, claro, veio parando. Primeira escala em Providenciales, que é uma ilha inglêsa nas Bahamas. Depois parou em Saint Thomaz, que é uma ilha norte-americana, que fica perto de Porto Rico. Em seguida, aterrissou em Grenada, que é ilha, mas é um país independente e fica no Caribe. Inclusive participou dos Jogos Olimpicos. Já na América do Sul, parou em Boa Vista, em Roraima, passando por cima da Venezuela. Lá foi realizado o procedimento oficial para entrar no espaço brasileiro. Lá está a montanha mais alta da América do Sul, com 10.500 pés, mais de 3 mil metros de altura. Próxima parada foi em Indaiatuba, no Pará. Depois, em Cidade Sinop, no Mato Grosso. Nova aterrissagem: Primeira de Leste, também no Mato Grosso, para abastecer, chegando enfim a Londrina. O tanque de combustível do Bonanza comporta 300 litros e pode voar por cinco horas. Trouxe um amigo Com o jovem piloto Alexandre, veio um amigo e que trabalha como instrutor: Steven Lemieux, canadense que mora na Flórida. Veio passear e conhecer o Brasil. A média de altitude do vôo: 3 mil e 500 metros. Ele contou para o entusiasmado avô Ivo Vicentini, que teve de desviar-se de alguns CBs, que são nuvens muito perigosas para os aviões. Sempre falando em inglês, até Boa Vista. O avião Bonanza que touxe foi fabricado em 1.960, no Kansas. Como esse que ele trouxe, há outros que voaram pouco, que estão em ótimo estado e que estão sendo vendidos. Alexandre tem outro sonho: assim que concluir a Escola de Ciências Aeronáutica, fará outros cursos e deseja ser piloto de empresa área internacional. E um lembrete: para fazer curso de piloto, nos Estados Unidos, o candidato tem que ter licença especial do governo norte-americano.
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Alexandre Nogueira da Costa Jr., na cabine do Bonanza, em que voou durante 25 horas, de Fort Lauderdale até o Aeroporto londrinense
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O avô do pilôto, Ivo Vicentini, com o epresário Marcelo Montezuma, que comprou o avião e o jovem aviador, seu neto, que tem grande futuro pela frente
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O professor e consultor Joel de Souza, referência ao se tratar de Finanças e Estratégia, está entre os mestres na capacidade de instilar conhecimento prático, confiança e vontade de vencer. As gestoras de RH e Desenvolvimento Humano da Unimed já conheciam os excelentes resultados de suas palestras e mais uma vez o convidaram para ministrar aos médicos cooperados e suas famílias o curso de Planejamento Financeiro Pessoal. Joel de Souza tranferiu sua experiência de expertise para a realidade dos participantes de forma clara e fluente. Esse curso é um dos sucessos mais falados do portfólio do Instituto Real. A partir da esquerda, na foto, Olinda Ivamoto com Lucia Baum, que é gestora de Desenvolvimento Humano da Unimed, o professor Joel de Souza e as colaboradoras da Unimed, Thais Duarte, Caroline Zucco e Vanucci Stumpf



Xelócrates, primo de Sócrates, dizia na Grécia antiga: ‘‘Nunca me arrependo do meu silêncio’’. Mas cá entre nós: tem hora não dá para ficar quieto.




Juros de cartão de crédito aqui no Brasil são um absurdo. No Chile é um sexto do cobrado no Brasil. Na Argentina é um sétimo e na Venezuela também. Conselho de Lindinha Chupeta: tire o cartão do bolso ou da bolsa!

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