‘‘Nunca tire a esperança de uma pessoa. Pode ser a única coisa que lhe resta’’. (anônimo)

Nat
O ortopedista Marcelo Tito aniversaria neste domingo. Irá comemorar a data em coquetel organizado pela esposa, a advogada Letícia Baddauy. O aniversariante está feliz da vida montando um departamento de Medicina Desportiva, junto com seus sócios, os médicos Marco Antonio Batista e Carlos Eduardo Vaz, na clínica do trio.

Suspiros
Engana-se quem acha que são os jogadores da seleção pré-olímpico de futebol os mais assediados pela galera feminina. O técnico Wanderley Luxemburgo é quem tem feito o maior sucesso arrancando suspiros das mulheres que malham na academia Wet e ficam na espera, todos os dias, para ver o moço. Simpático, Luxemburgo retribui o carinho dando tchauzinho e distribuindo um sorriso largo.

Enxurrada
Haja paciência na fila do cinema, dinheiro para pipoca e coca-cola. Quem tem filho – em férias escolares – sabe do que se trata. Depois do videogame, das revistas em quadrinhos, dos desenhos na TV, do CD de música, das lancheiras, cadernos, camisetas e bonés só faltava mesmo o cinema para criar a mania de ‘‘Pokémon’’. O longa-metragem, com o nome ‘‘Pokémon - O Filme’’, estreou ontem em cerca de 250 cinemas de todo o país. O filme é uma versão ampliada do desenho da TV exibido pela Rede Record, de segunda a sexta, às 11h, e pelo canal pago Cartoon Network, às 17h e 22h, de segunda a sexta, e às 14h30 e 24h, aos sábados. Os episódios contam as aventuras do garoto Ash, de apenas 10 anos, que decide se tornar um mestre Pokémon. Isso significa que o menino não vai descansar enquanto não colocar em cativeiro pelo menos um de cada um dos 150 tipos de monstrinhos já catalogados. ‘‘Pokémon – O Filme’’, está sendo exibido em duas salas de cinema do shopping Catuaí.

Temporada
Está aberta a temporada de shows no Cinema Café. Com a chegada dos vestibulares e a movimentação do pré-olímpico de futebol, está sendo preparada uma agenda especial. Na quarta-feira próxima, roots reggae com a banda Nativus, de Brasília, revelação de 99 e que abre o ano 2000 com um novo CD produzido por Liminha, um dos mais importantes produtores musicais do País. O show ‘‘Povo Brasileiro’’ promete surpreender e começa às 22 horas.


Foto Carmen Kley.Produção Roberta Peixoto Silveira

Silvia Sarzedas é quem comanda o open house de hoje. Por conta de seu aniversário

Curtas
• A boate Luna abriu suas portas anteontem. Com casa lotada. Mais uma opção para a moçada e casais que gostam da noite. O local ficou repleto de gente bonita e a festa só terminou perto das 5 da manhã.
• É dia 12 a 8ª Vest Fest, no Londrina Country Club, organizada pelos alunos da UEL, Unopar e Cesulon. Vai começar às 22 horas e terá dois ambientes: no palco, as bandas Metrópole e X Mama. E na pista, um DJ rolando música eletrônica.
• Marisa e Paulo Guimarães e cia abrem mais um espaço gastronômico na cidade. Inauguram uma confeitaria (doces, tortas e pães) na Rua Professor João Cândido. Sempre tudo no maior capricho. O espaço está ficando um charme, como as outras casas comerciais da família.
• O Catuaí entra na maratona do vestiba. Hoje começam as aulas do tradicional ‘‘Tira-Dúvidas Seta Fundamental/Catua풒, evento que vem acompanhando os vestibulandos há seis anos, desde a véspera ao penúltimo dia do vestibular da UEL. Das 19h30 às 22h30.

‘‘Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças de dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda.’’ Salmo 139:13-16

‘‘Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.’’ João 3:3




CÁ PRA NÓS
Somos o máximo
Elisiê Peixoto
Retomo às crônicas falando bem de nós. Bem das mulheres. Porque somos mesmo o máximo. Escrevo com autoridade sobre o assunto porque ao me ver repentinamente com a responsabilidade dobrada em todos os sentidos da vida fico pensando que só mesmo uma mulher é capaz de continuar dando novas respostas para velhas questões.
Existem mulheres que ainda questionam o fato da emancipação, achando que de alguma forma ela acarretou mais problemas. É mais do que sabido que a emancipação trouxe para as mulheres, um monte de tarefas nada fáceis de conciliar. A mulher emancipada tem que se virar e dar conta da casa, trabalho, supermercado, empregada, escritório, marido e educação dos filhos. Então, estamos em desvantagem em relação aos homens quando agregamos todos estes itens, enquanto eles se limitam a trabalhar, chegar cansados em casa e sem ânimo para ajudar numa tarefa escolar dos filhos. Mas a gente faz.
Poucos homens, ainda hoje, valorizam uma mulher a peso de ouro. Todo esforço feito por nós passa batido. A supermulher atual precisou assumir esta posição. Precisou sacudir a poeira e ir à luta, dar um basta a diversas questões preconceituosas. A mulher aprendeu depressa a fazer o que o sexo masculino fazia. E muitas vezes faz melhor. E com tantas responsabilidades ainda somos vaidosas, cuidamos do visual e sorrimos.
Hoje a mulher colabora financeiramente, e muito, numa casa. Além disso é cobrada pela família quando algo não vai bem com o emocional dos filhos e ainda escuta cobranças do marido pela falta de companheirismo. E quando os cartões de crédito começam a vencer? A verdade é que, para muitas de nós, falar em opção é utopia. O dinheiro faz falta e não é permitido que um dos pares deixe de trabalhar.
Nada é mais precioso do que acompanhar de perto o crescimento dos filhos, as mudanças próprias da idade. Não vi minha filha se tornar esta adolescente responsável, que hoje repõe minhas energias com conversas de ‘‘gente grande’’. Mas hoje abro mão de qualquer coisa na vida para dar atenção a ela. Mas durante muitos anos isso não foi possível porque estava fora de casa, trabalhando. Uma situação comum para muitas mulheres da minha geração.
Volto a afirmar que nós somos muito pouco valorizadas e respeitadas também. Sempre digo aos meus filhos que uma boa mãe (e profissional) é, com toda certeza, uma excelente mulher no sentido de caráter. Daquelas que procuram viabilizar com eles um jeito de realizar seus sonhos. A gente trabalha para os filhos, para poder concretizar aquilo que eles idealizam.
Nós mesmas temos que nos valorizar. Como esposa, mãe, dona de casa e profissional. Porque ninguém faz isso pela gente. Nosso maior adversário está dentro de nós, nos puxando para baixo e aliar diversas responsabilidades prova que somos vencedoras, não colecionamos derrotas.
Num debate entre mulheres escutei uma feminista ressaltar – e com sabedoria – que a emancipação da mulher não veio apenas das concentrações operárias surgidas há anos, na queima de sutiãs em praça pública. É algo muito mais forte, que vem do berço.
Quando a minha filha nasceu, o que eu mais desejei para ela foi saúde. Depois, desejei também muita determinação para, ao longo da vida, ela encarar as atribulações que a mulher moderna enfrenta. E principalmente para se fazer ouvir em qualquer momento e se opor sem medo quando for a questão.
Mulher nenhuma deste mundo deve perder sua auto-estima. Porque somos especiais e estamos sempre colhendo frutos da árvore que plantamos ao longo da vida.