AlphaVille Londrina

O projeto e os conceitos do condomínio AlphaVille Londrina foram apresentados à imprensa e autoridades pelo presidente da AlphaVille Urbanismo, Renato de Albuquerque, e o superintendente, Nuno Lopes Alves. Os anfitriões receberam os convidados para um café da manhã, mostrando detalhes do empreendimento, que será lançado no próximo mês, em área próxima ao Shopping Catuaí. O encontro aconteceu no Centro de Convenções do Hotel Sumatra, e incluiu a exposição de uma maquete gigante e perspectivas arquitetônicas do condomínio, com destaque para o centro empresarial e um clube privativo, que vão integrar-se a dois condomínios residenciais. À frente do evento também estavam Marcelo Puntel, diretor de Marketing da AlphaVille Urbanismo, Paulo Toledo e Renato Teixeira, diretores da CIA Corretoras Integradas de AlphaVille, empresa responsável pela coordenação de vendas.


Convite


A ABRH Regional Norte realiza a 2 sessão de cinema, oferecendo o filme ''Nenhum a menos'', vencedor do Leão de Ouro de melhor filme do festival de Veneza 1999. Filme chinês do mesmo diretor de ''Lanternas Vermelhas'', com duração de 106 minutos. Na coordenação está a professora Maria Cristina Costa Consalter, graduada em Psicologia pelo Cesulon e pós graduação pela UEM; coordenadora de Grupos SBDG e consultora organizacional. Dia 15, das 19 às 22 horas. No auditório da Uniser (Sercomtel). O ingresso é a doação de um livro usado nas áreas de liderança, gestão, psicologia, auto-ajuda, recursos humanos, educação ou administração empresarial.

CÁ PRA NÓS

Onde está o nosso eu?
  Nosso eu é o nosso melhor amigo. É ele quem dá a diretriz para a nossa vida quando buscamos alguma resposta. Deus responde sim, mas é necessário cada um fazer a sua parte, nem que para isso aconteça o maior rebuliço na nossa alma.
  Ao escutar uma amiga falar sobre perdas e ganhos, ela sintetizou toda conversa numa única frase: ‘‘É necessário a gente não deixar perder a identidade, porque ela é única e nada pode arrancá-la de voc꒒.
  E aí foi que eu pensei, quantas vezes a gente esquece nosso ‘‘eu’’ quietinho num canto só para responder aos anseios das outras pessoas, para agradar aquelas que cobram o tempo todo; quando dizemos sim morrendo de vontade de gritar ‘‘não e não’’.
  Você pode optar por dois caminhos. O primeiro é abrir aquela porta fechada e dar de encontro a um mundo que satisfaz todos; menos você. O outro é chutar o balde e saber que você é muito melhor do que imagina, é manter sua identidade à revelia de muitos e não deixar morrer o que há de melhor em você.
  Essa mesma amiga me confidenciou que durante um longo tempo da vida dela, o sorriso apagou, deixou de existir. E com ela morreram alguns projetos e ela foi se acomodando de um tanto que quando se deu conta, estava enterrada viva, sem vida própria. Foi difícil recuperar aquele ‘‘eu’’ perdido em meio à roda-viva da vida, mas foi vitorioso encontrá-lo e colocá-lo em prática novamente. ‘‘Voltei a vida’’, foi assim que ela me definiu sua recuperação, sua volta às coisas boas da vida que estão aí para ser vividas nem que para isso a gente mate um leão por dia.
  Eu fui tocada por aquele testemunho porque a gente tem a mania de criticar quem é autêntico demais, quem sobe e desce a ladeira por conta própria, quem satisfaz o ego não abrindo mão das coisas em que acredita realmente. E é isso que torna uma pessoa forte; comprar uma briga sabendo que tem razão e provar que ninguém nessa vida tem o direito de roubar nossa paz.
  Vontade própria deveria prevalecer; dever e direitos da mesma forma. Se a gente não se der ao respeito, ninguém fará isso por você.

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