1- Durante o café da manhã que lançou o 11º Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental, que acontece de 26 a 29 de setembro, Simone Oliane, Zilah Brandão e o secretário da Saúde Silvio Fernandes. O evento terá como cenário a Faculdade Teológica Sul Americana.

2- No dia das Mães uma homenagem a dona Leonilda Maria Tereza Vênere Amaral, com 104 anos. Com ela, Rafael Vince Rodrigues, tataraneto, e as filhas Dilza Nogueira, Ana Glaucia Assis e Eurídice Grilho. Dona Leonilda, carinhosamente chamada por ‘‘Vó Nen꒒, é pioneira em Londrina, tem sete netos, 20 bisnetos e dois tataranetos.

3- O casal Vanessa (Sperandio) e José Roberto Pazaelo, em Baltimore, nos Estados Unidos. Ele é engenheiro elétrico formado pela Unicamp, e acaba de se titular mestre em ciência da computação pela Johns Hopkins University. Ela, é pós-doutora em engenharia genética, pesquisadora da Universidade de Dallas. O casal reside no Texas e espera a primeira filha que nasce no mês que vem.

4- Ana Lúcia Viscardi com a filha Ana Lúcia. Neste domingo dedicado às mães, ela se reúne com todos os filhos e netos: Ana Lúcia, Maria Fernanda, Júlio César, Luis Antonio e Paulo Fernando. E os píccolos Rafaela, Geovana e Guilherme.




Inauguração

Sons e violinos e teclado vão invadir os corredores da Santa Casa de Londrina hoje. É assim que a Santa Casa vai homenagear as mães internadas pelo Dia das Mães. Duas violinistas e um tecladista voluntários sãos os responsáveis por transformar o domingo num dia alegre dentro da Santa Casa. O trabalho dos músicos em datas comemorativas no hospital já está se tornando uma tradição, repetindo-se nos últimos anos. Eles vão tocar para as mães, passando de setor em setor do internamento. Além disso, o Grupo de Apoio Pró Vida da Irmandade da Santa Casa de Londrina vai acompanhar os músicos entregando presentes às mamães internadas e também às funcionárias que estiverem de plantão. Começa às 10 horas e nos bastidores está o empenho da Irmã Maria Aparecida, da Pastoral da Saúde.




Homenagem às mães

O Pastel e Mel da Avenida Higienópolis, Centro de Londrina, vai fazer uma homenagem especial às mães. No domingo, dia 12, serão entregues 150 mudas de árvores para as mamães que comparecerem ao restaurante. Esta é a maneira que os proprietários encontraram para homenagear também a ‘‘Mãe Natureza’’. ‘‘Tanto se fala em preservação do meio ambiente que nós resolvemos colaborar com a arborização da nossa cidade’’, destaca Milton Pavan, do Pastel e Mel.

Inauguração

Inaugurada a loja Via Peron, na Rua Paes Leme. O coq foi capitaneado pelas proprietárias Sônia e Marlene Peron.


A experiência no deserto



Escutei durante uma pregação do pastor Glênio Paranaguá, que durante uma viagem sua ao deserto da Judéia, ao chegar na casa de um beduíno, ele lhe serviu um chá extremamente doce, e ao ir embora, um outro chá, muito amargo, feito com borra e cominho e que segundo Glênio tem um gosto ‘‘esdrúxulo’’. Eles servem isto aos visitantes para ver se você tem condição de viver no deserto sem lamúrias, enfrentando todas as adversidades, inclusive a solidão.
Em nosso deserto interior acontece a mesma coisa. Quando passamos por ele somos obrigados a viver experiências difíceis, dolorosas, e que nos dá a certeza de que sem Deus é impossível sobreviver. Quando estamos sozinhos e a dor na alma persiste é porque precisamos de uma faxina no ‘‘eu’’. A gente busca a força necessária para sair do deserto e depois que a encontra, renasce.
Infelizmente existem pessoas que persistem em viver no deserto mesmo depois que encontram o oásis. E quem, nunca enfrentou um deserto interior? Todo mundo já sentiu a aridez e sabe o que significa olhar de um lado para o outro e estar só.
Muitas vezes a solidão a dois é pior. Um pouco completa o outro e o comodismo acaba tornando uma relação infrutífera e sem cumplicidade. Nesse caso, melhor passar por um deserto, dar um tempo e ouvir a voz de Deus. E Ele sempre responde e nos dá alternativas para ser feliz de verdade.
Com a pregação do pastor Glênio, entendi que o deserto é muito significativo porque é um lugar solidário. É um lugar para ser compartilhado, porque ninguém sobrevive só. E num deserto com quem dividimos? Com Deus, sempre. E com as pessoas especiais, que sabemos, estão ao nosso lado, sempre e em qualquer circustância. Eu sinto assim: quando uma pessoa de quem gosto muito prova sua fidelidade e me dá carinho é como se eu tomasse um banho de chuva depois da estiagem. Tem sensação melhor?
O melhor da vida nunca é tarde para ser alcançado. Tem gente que consegue aos 20, 30, 40 anos. Tenho um amigo querido que depois de passar por um deserto de quase dois anos, hoje, aos 64 anos, vivencia a sua melhor fase. Este eu sei, está tomando aquele banho de chuva gostoso do qual falei. Mas soube esperar em Deus e é isto que a gente precisa aprender.
Muitas vezes seu deserto está acabando e você nem sabe disso. A resposta pode estar um pouco distante de você, basta acreditar. Outras vezes é necessário mesmo você ficar dando voltas até saciar a sede. E outras, romper preconceitos, enfrentar seu principal adversário: o medo.
Espero que o teu deserto esteja no finalzinho. Lá na frente tem um oásis lindo te esperando a qualquer momento para te fazer feliz.

mockup