Será bom. Bom não, ótimo!! Se não um mar de rosas, ao menos um ano sem maiores solavancos. Ora, ora quem não quer ser feliz? E boas vibrações, esperanças renovadas e aquela sensação – quase uma certeza – de estar entrando em 2002 com o pé direito não faltaram a alguns londrinenses que optaram por passar o réveillon fora de casa. No agito, no meio da galera mesmo. Quer coisa melhor que juntar energias – as positivas, obviamente – com um punhado de gente bonita – por fora e por dentro – e brindar o ano novo? E assim se fez. A alegria era a palavra-chave dos frequentadores de clubes e casas noturnas que promoveram festa de passagem de ano. A senha era uma só: ‘‘feliz ano novo’’. E só valia se fosse transmitida com toda a sinceridade. Abraços, beijos, sorrisos largos, a cor branca exigindo paz – principalmente de espírito – não poderiam faltar. E o alto-astral foi tão grande que até lembrava aquela brincadeirinha de criança – lembram-se? – que dizia: ‘‘Quer quer ser feliz põe o dedo aqui’’. Sejamos felizes. As fotos de Karina Yamada mostram alguns personagens que colocaram a alegria à disposição do ano que chegou.

mockup