ELISIÊ PEIXOTO - LONDRINA



Foto Carmen Kley

A bonita Rebeca Alves Gerhardt comemora em breve 15 anos, com festa no Empório Guimarães. Ela é filha de Vera Lúcia e Luiz Alberto Alvino Gerhardt

Foto divulgação

A equipe do Hospital Evangélico de Londrina está comemorando o prêmio Qualidade Hospitalar 2000, conferido pelo Ministério da Saúde aos hospitais que prestam um serviço de excelente qualidade aos pacientes do Sistema Único de Saúde. A avaliação foi feita durante o ano passado, junto aos pacientes que ficaram internados nos 6,8 mil hospitais conveniados ao SUS em todo o País. O Evangélico de Londrina ficou em 1º lugar na região sul, na categoria regional. Também de Londrina foi premiado o Hospital Universitário, na categoria nacional. A avaliação foi feita pelo Ministério da Saúde sem o conhecimento dos hospitais. O certificado foi entregue aos diretores do Evangélico pelo Ministro da Saúde José Serra, em solenidade em Brasília, terça-feira. Na foto, Lifter Libório, presidente da Sociedade Evangélica Beneficente de Londrina com o diretor do Hospital Evangélico, Antonio Carlos de Assis Ribeiro

Foto divulgação

Os arquitetos Luciana Régnier e Luciano Bachete, em Milão, na Itália, onde visitaram a Feira de Design, trazendo as novas tendências de mobiliário, iluminação e objetos de decoração


Metamorfose agita Londrina
Os organizadores da festa Metamorfose, que tem o Shopping Royal Plaza como promotor, recebe convidados vips, imprensa e patrocinadores para um happy hour e apresentação da festa, dia 28, às 18h30. A expectativa é reunir na festa, agendada para 5 de maio, 15 mil pessoas no Centro de Eventos de Londrina. Essa é a 7ª edição da festa que já movimenta o comércio de venda e locação de fantasias. Uma loja no centro da cidade, (a Tricolândia), espera vender 20 mil trajes completos, além de 500 máscaras de bruxas e monstros. Outras (como as Americanas) decoraram as vitrines e colocaram no interior das lojas manequins fantasiados para atrair a atenção dos clientes.

Sucesso
O setor de vendas do Hotel Comfort Suites Londrina está arrasando. Em apenas três semanas foram vendidos 61 apartamentos, ou seja, metade do hotel. O curioso é que, além dos compradores locais, tem gente de fora no pedaço. São investidores da Bahia, São Paulo, Goiás e Rio Grande do Sul acreditando na força desta cidade. Welcome, buddies!

Belo exemplo da Vega
A Vega Engenharia Ambiental, de Londrina, entregou à Escola Municipal Atanázio Leonel, que fica no Jardim São Jorge (assentamento São Jorge), Zona Norte de Londrina, 350 jogos de uniformes e 350 kits escolares. A doação foi solicitada pela diretora da escola, Maria Inês Louzano e pelo presidente da Associação de Moradores do Jardim São Jorge, Divonzir Soares dos Santos, em ofício encaminhado ao gerente da Vega Ambiental em Londrina, engenheiro Haroldo Olivati. O prédio da Escola Municipal Atanázio Leonel já está pronto e, apesar de ainda não ter sido inaugurada oficialmente, já está funcionando, atendendo mais de 300 crianças de 1ª a 4ª séries, num dos bairros mais carentes de Londrina.‘‘Confesso que não esperava tanto. Se mais empresas ajudassem, como a Vega tem nos ajudado, a situação da escolas seria bem melhor’’, comentou Maria Inês.

Aniversário
Hoje, de Célia Regina Arade e do Padre Silvio Andrei, de Cambé.

‘‘Feliz é quem se reencontra com prazer ao despertar, reconhecendo-se como a pessoa que gosta de ser’’. Paul Valéry, poeta, ensaísta e crítico francês

‘‘Disse-me ainda; Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro’’. Apocalipse 22: 6 e 7

CÁ PRA NÓS
Pai, mãe e filhos: uma relação para sempre
Elisiê Peixoto
Minha filha completou esta semana 18 anos. Chega à maioridade questionando valores e tomando algumas posições, bem próprias da idade. E quando olho para ela, vejo uma bela mulher com sonhos de menina e muitas vezes com atitudes próprias de uma criança. Aí, muitas vezes nem eu, como mãe, sei como agir. Ao mesmo tempo em que ela exclama ‘‘ser o máximo completar 18 anos para ser independente’’, deita com a cabeça no meu colo e pede para fazer carinho. Ou chora quando o irmão menor invade sua privacidade.
Gosto de escrever sobre os filhos porque todos os dias aprendo com eles. Rende assunto quando se divide a mesma casa com uma criança e uma adolescente. E como as opiniões são as mais diversas, e as situações as mais inusitadas, estou precisando sempre me reciclar para saber agir no papel de mãe, de conselheira e principalmente de amiga. Porque educar filho só com o coração não é o correto. Há limites na vida para tudo e, se cedermos às grosserias e exigências dos nossos filhos, iremos colher os frutos mais tarde. E aí, sim, não poderemos esquecer que eles aprenderam seus valores conosco.
A semana que passou, na minha casa foi a semana do ‘‘não’’. Para os meus filhos significa que para conquistar ou ganhar alguma coisa, tem que estar com a barra bem limpa e principalmente manter um clima solidário, de paz, de amizade seja qual for a circunstância. Caso contrário é um ‘‘não’’ atrás do outro. E isto é algo que venho ensinando, procurando estar atenta aos mínimos detalhes. Mãe ensina fechar a lata de bolachas, a colocar os CDs no lugar, a lavar o copo usado, devolver a mochila e o tênis para o armário. Não bater a porta do quarto, deixar o telefone livre (para os outros usarem também), a recolher a toalha molhada do chão do banheiro e a escutar música num volume suportável. E mãe que é mãe, pega no pé, sim. Mas a gente ensina porque ama e sabe que os bons modos vão se refletir mais tarde, na hora de pedir um emprego, de conviver com a namorada, de frequentar a casa dos amigos. A gente ensina, insiste, ensina de novo, até que um dia alguém elogia os modos de seus filhos e você fica com o peito estufado. Afinal, a obra foi sua.
A vantagem de se tornar mãe ainda jovem, é que chega uma fase na vida em que sua filha ou seu filho tornam-se seus melhores amigos, e vice-versa. Estar atenta a todas as perguntas sobre sexo feito pela mais velha e, ao mesmo tempo, disponível para fazer tarefa com o filho menor requer paciência que, talvez, mães com outra idade não tenham. O que é razoável e perfeitamente aceito.
Eu sempre digo que a minha tolerância e paciência com as crianças me fazem crer ainda mais que filho é dádiva de Deus para o resto da vida. Se pouca paciência tenho até para esperar o elevador, como consigo, numa loja lotada esperar durante 40 minutos meu filho escolher um brinquedo? Ou ser toda ouvidos a filha adolescente, às 4 da manhã, quando ela volta da festa e quer contar os mínimos detalhes de tudo? Me pego fazendo concessões nunca imaginadas antes e me doando de uma forma muito especial. E esta ligação mãe e filho fica para o resto da vida, mesmo você morando aqui e ele lá, a 2 mil quilômetros de distância.
Os desentendimentos também fazem parte do relacionamento das pessoas que se amam que, às vezes, podem até ser frequentes. Mas devem ser esquecidos em dois minutos. Ninguém na minha casa um não dorme brigado um com o outro ou sem pedir desculpas. É regra básica para o bom convívio.
E como boa mãe, não me esqueço do papel do pai. Ele é importante, tem que conviver com o filho, dividir experiências, trocar confidências, dar amor, receber carinho.
Não importa se pai e mãe vivem separados, se estão sem se falar, se não dividem mais o mesmo território. Não importa o porquê da situação, importa sim uma única coisa: que os filhos não podem perder o referencial da família. Eles não são responsáveis pelo fim do casamento dos pais, da mágoa contida, da tristeza que restou. A gente coloca no mundo e tem que se preocupar o resto da vida com eles.
Pai e mãe vão ser sempre os melhores amigos dos filhos. E permitir que esta relação morra, que um viva afastado do outro, significa destruir, todos os dias, um pouco deste amor incondicional. E nesta vida, absolutamente nada substitui esta perda.
Sabe o que mais vale a pena na relação pai, mãe e filhos? É que nos momentos mais difíceis, naquelas horas em que você se sente uma coisa pequenininha, os filhos têm o poder mágico de te reerguer. Só com uma palavra de carinho. Mas o suficiente para te recompor por inteira. E isto não há dinheiro no mundo que compre.

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