ELISIÊ PEIXOTO - LONDRINA
Foto divulgação

Ricardo Ferraz, do salão de cabeleireiro do Catuaí, com o ator Reynaldo Gianecchini e Carlos Araújo, na formatura das modelos do Studio Desirée Soares

Foto Arquivo Particular

Isabeli Bruschi, de Ibiporã. Fazendo sua estréia na coluna

Foto Carmen Kley

Brunella Isper, Paula Viotto, Luana Mafia, Marcela Mattos, Geovana Meneghel, Raquel Viggiani, Paula Forbeck e Vittoria Camargo, especialmente para a coluna. Geração gatorade reunida num domingo qualquer



Morada de Deus
O Centro de Assistência e Recuperação de Vidas ‘‘Morada de Deus’’ que há 14 anos vem atuando na recuperação de dependentes químicos, em Londrina, acaba de firmar parceria com a Empresa Redecon, que se mostrou sensível ao problemas das drogas. O coordenador do Centro, Paulo Constantino, afirma que isso servirá de incentivo para futuras parcerias entre empresas e entidades. O fone para contato é (43) 338-4763 ou 9996-0113.

Beneficente
A Associação Nova Vida convida para o jantar que fará em prol do tratamento oncológico de crianças carentes, dia 20, das 19h30 às 23 horas, no Villa Fontana.

Gente contente
Tem feito sucesso o ‘‘Projeto Gente Contente’’ lançado para comemorar os 10 anos do Shopping Catuaí. Ao todo serão doados R$ 8 mil reais divididos em partes iguais e distribuídos para as quatro entidades beneficiadas pelo projeto durante o mês de janeiro. Do projeto participam 40 entidades de 10 municípios. A fim de atingir o alvo, o Catuaí realizará até outubro eventos filantrópicos em parceria com as entidades participantes. A cada mês quatro entidades desenvolvem, em espaço cedido no corredor, exposições e venda de diversos produtos desenvolvidos pelas próprias entidades ou por parceiros. Este mês as entidades que irão desenvolver atividades são a Associação Federativa das Entidades Assistencias de Londrina e Região; Núcleo Espírita Irmã Scheilla, de Londrina; Casa Infantil Maria Helena e SOS; de Porecatu.

Open house
Hoje é dia de cumprimentar a obstetra Vera Pedrão, que faz aniversário.

‘‘Se mergulhas na tristeza, não conseguirás subir um degrau; se te estabeleces na alegria, serás capaz de galgar montanhas’’. Provérbio oriental

‘‘Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lhe pedirem’’. Lucas 11:11 a 13

Ser feliz
Elisiê Peixoto
A gente sempre admira os filhos, sejam eles como forem. Toda mãe, por mais severa que seja, bajula, defende, ama incondicionalmente. E gosta de estar junto deles. E eu escrevo sobre a experiência de ser mãe de uma adolescente como a Roberta, que do momento em que acorda até deitar-se, tem um sorriso estampado no rosto. Viver com esta garota de 17 anos tem sido um privilégio. Sorrir é a sua palavra de ordem, ser feliz é a sua meta de vida. E como é bom conviver com gente que saboreia todos os momentos de felicidade.
Todo mundo quer ser feliz. Acho até que a gente gasta muito tempo na vida correndo atrás da tal felicidade, quando é algo tão simples que pode ser encontrado dentro da nossa própria casa. Durante muito tempo eu achei que ser feliz era privilégio de alguns, que felicidade plena era inatingível, que momentos de alegria eram raros e que conceito de felicidade se resumia em ter e não em ser. Total engano. Ser feliz é muito mais simples do que se imagina.
Quando se diz que felicidade é um estado de espírito, concordo plenamente, e tenho aprendido isto diariamente com a minha filha. Para ela, se chove é bom. Se faz sol é melhor ainda. Para a Roberta, acordar todos os dias já é motivo de alegria. Por isso, é ela mesma quem diz, ‘‘a gente tem que saber usar a alegria como se usa perfume, todos os dias, e tem que derramá-la em cima das coisas e das pessoas’’. É por isso que a minha casa vive cheia de adolescente, com um vaivém constante de meninas e meninos que lá permanecem até altas horas, conversando, ouvindo música, assistindo filmes. Precisei aprender a conviver com o telefone ocupado full time, a escutar música num volume alto, a participar das conversas nas quais sou questionada sobre tudo; religião, sexo, preconceito e moralidade. Coisa boa conviver com gente bom astral, que sem motivo algum senta no seu colo, te beija e diz que te ama haja o que houver.
É verdade quando se diz que a felicidade pode estar mais perto do que se imagina. E ela pode ser manifestada da maneira mais simples, mas que enche o nosso coração, dá ânimo, nos joga para cima. Eu tenho vivido esta experiência e gosto de passá-la para as pessoas porque é real, ninguém me contou, eu simplesmente sinto.
Quando se está feliz é o momento de dar um jeito em nós mesmos. É a hora certa para tratar de alguns assuntos inacabados, assuntos de crescimento já que neste momento bom da vida o que mais queremos é acertar.
A gente não deve transferir aos outros a responsabilidade de se fazer feliz. A tarefa é de cada um, principalmente aquela de apostar nos sonhos, de estar bem consigo mesmo, de entender as pessoas que amamos, de respeitá-las como elas são. E principalmente de servirmos como exemplo de bem viver, de tranquilidade, de maturidade.
Seu coração pode partir inúmeras vezes, mas o mundo não vai parar para consertá-lo, ninguém fará isto por você. O problema será seu apenas. E será sempre um problema se você não colocar alegria na vida e buscá-la de todo coração, em Deus, e nas mínimas coisas.
Tem um poema de Adélia Prado que retrata tão bem a simplicidade da felicidade que diz assim: ‘‘Minha mãe cozinhava exatamente arroz, feijão, molho de batatinha, mas cantava’’. Tem algo que expresse melhor a essência da alegria, da satisfação, do bem estar? Na minha concepção, felicidade tem tudo a ver com este poema registrado na meu coração pelo resto da vida.
A Roberta tem me ensinado a descruzar os braços. Nada nesta vida me fará feliz se eu não permitir que isto aconteça. Quando a gente entende que o tempo é muito precioso e que não volta atrás, já é um ótimo começo. Esses dias ela me disse: ‘‘mãe, a alegria não está nas coisas, mas em nós’’. E eu considerei a frase uma das coisas mais sábias que já ouvi. Própria daqueles que fazem a diferença entre ter e ser. Própria das pessoas que não resgatam passado e que encontram alegria naquelas coisinhas mínimas que a vida dá de bandeja e a gente deixar escapar.

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