Quando recebeu a sinopse de ‘‘Porto dos Milagres’’, Luiza Tomé logo se identificou com a sofrida Rosa Palmeirão. Há dois anos, ela também atravessou um período difícil após o nascimento de Bruno. Quando o filho tinha 11 meses, Luiza sofreu de depressão pós-parto associada à síndrome do pânico. Para ela, a principal causa da depressão foi a perda da sogra, vítima de câncer. A partir daí, passou a não sair mais de casa com medo que algo de ruim acontecesse a ela ou ao filho. ‘‘Foi um ano e meio no buraco. Melhorei, mas foi uma luta. Tive medo de não ficar boa’’, confessa.
Para melhorar, a atriz se submeteu a um tratamento que incluiu antidepressivos e terapia. Hoje, não descuida da forma e diz que não consegue ficar um dia sem malhar. Montou até uma academia em casa. De quebra, ainda frequenta uma clínica de estética para fazer estimulação russa, técnica de massagem que deixa o abdômen definido. Avessa a plásticas, Luiza se diz consumidora voraz de cremes. Um para cada parte do corpo.

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