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Arquivo Folha
Invasão de privacidade
Hillary Clinton (foto) provavelmente fumou maconha quando estudava na universidade e este ano só voltou a falar com seu marido oito meses depois de ter explodido o escândalo Lewinsky, para intimá-lo a iniciar o bombardeio contra a Iugoslávia, ordem que Bill Clinton teria dado no dia seguinte. A informação foi dada durante uma entrevista à NBC por Gail Sheedy, autora do livro biográfico A Eleição de Hillary.
Sheedy cita precisamente o ex-noivo da atual primeira-dama, David Rupert, para falar da maconha. Alguns de nós fumávamos e inalávamos, disse Rupert. Quando a autora perguntou se ele e Hillary Clinton também participavam, Rupert respondeu: Não desejo entrar em detalhes mas pode-se ler nas entrelinhas.
Em sua entrevista com a NBC, que será levada ao ar hoje, Sheedy fez também outras revelações. Por exemplo, que o casamento dos Clintons esteve a ponto de terminar em 1990, quando o então governador se enamorou da misteriosa mulher já mencionada nas investigações sobre assédio sexual contra Paula Jones, mas que só foi citada com o apelido de Jane Doe nº1.
Clinton ficou obcecado por essa mulher durante 18 meses - disse Sheehy. Esta relação quase foi fatal para o casamento.
AE/ANSA





