Mistério
O filme ''Visionários'', do cineasta Fernando Severo, foi inscrito no Festival de Cinema, Vídeo e D Cine de Curitiba, mas quando o júri foi analisar e selecionar os trabalhos, o filme não estava lá. Só apareceu depois de uma ''revisão'' do material recebido pelo festival. O mistério causou mal-estar entre os organizadores do evento (Araucária Produções) e representantes da Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (Avec).
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O filme do cineasta curitibano foi o único paranaense selecionado para o festival de documentário ''Tudo é Verdade'', que aconteceu em São Paulo.
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A 7 edição do Festival de Cinema, Vídeo e D Cine acontece em Curitiba entre os dias 19 e 14 de maio, no Canal da Música.
Fácil acesso
Os casais com síndrome de Frida Khalo e Diego Rivera que moravam em casas separadas, mas ligadas por uma passarela podem ficar tranquilos. O prefeito Cassio Taniguchi (PFL) disse durante a inauguração da polêmica passarela rolante, que liga o prédio do Shopping Mueller a um estacionamento, que qualquer pessoa pode construir uma passarela sobre uma rua pública, desde que o projeto seja aprovado pela prefeitura e tenha uma contrapartida ao município.
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Detalhe: a contrapartida oferecida pelo shopping à prefeitura foi o prédio que hoje abriga o Moinho Novo Rebouças, avaliado em R$ 2 milhões.
Casa Cor
E o Novo Rebouças anda em alta, no estilo ''falem bem ou mal, mas falem de mim''. O espaço vai abrigar, a partir do próximo dia 15, a 10 edição da Casa Cor Paraná. Em 4,3 mil metros quadrados de área, o evento estará voltado aos lofts, aqueles espaços ''cleans'' dedicados para as pessoas que vivem sozinhas, mas não querem abrir mão do conforto. Os projetos de arquitetura e decoração também vão apontar as novas tendências de cores para 2003. O tema do evento este ano é ''Habitar o tempo''.
Luzes sobre Kazuo
O Ateliê de Criação Teatral (ACT) vai abrigar amanhã o lançamento do livro Kazuo Ohno (Cosac&Naify), com cerca de 100 imagens até hoje inéditas do mestre de dança butoh. De autoria do fotógrafo Emidio Luisi, o livro traz textos da crítica de dança Inês Bogéa e entrevistas nunca antes publicadas, além de depoimentos pessoais do dramaturgo Antunes Filho e do próprio Emidio Luisi, que registrou de perto duas passagens de Kazuo Ohno pelo Brasil, em 1986 e 1997, ambas em São Paulo.
Uma imagem vale mais
Consta que Luisi, que trabalha com teatro e dança há mais de 30 anos, aproveitou a passagem do mestre da dança pelo Brasil e, mesmo impedido pela produção de fazer as fotos, se valeu de gestos para pedir autorização do próprio Kazuo para acompanhá-lo no camarim. Kazuo não fala português e tampouco Luisi domina o japonês, mas a diferença do idioma não impediu a realização do ótimo trabalho do fotógrafo.

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