1 Aos pés da deusa
O jornalista Marcus Contim não perdeu tempo no final de ano, pegou sua néecessaire e voou para o Rio de Janeiro. Comandado pela promoter Liége Monteiro, o camarote do grupo Pão de Açúcar, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, foi o mais animado do Réveillon carioca. O espaço, uma tenda branca localizada em Copacabana, reuniu só gente famosa e badalada da cena artística brasileira, entre elas, a diva Vera Fischer, amiga de Contim. A atriz apareceu com o novo namorado, o ator Murilo Rosa, a tiracolo
2 A deusa negra na área
Não é mentira não. A polêmica top model internacional Naomi Campbell baixou no Brasil e não deixou por menos: foi até a Rosa Chá de Amir Slama comprar biquínis. Segundo ela mesma contou para Slama, a grife tem sua preferência quando o assunto é cobrir com pequenos panos suas famosas curvas. Lá fora as européias também adoram a moda praia brasileira. Como os modelos são ousados nos cortes, acabam por valorizar corpos que até agora só recebiam as tradicionais modelagens européias e americanas
3 Pela paz
Seguindo no ritmo de paz e amor, o produtor Victor Sálvaro organizou uma festa zen na casa da serra de Gustavo Leme e Tula Azevedo. Quem foi para lá? Gente famosa como o global Guilherme Leme que preferiu a ‘‘tranquilidade’’ das matas paranaenses às badalações cariocas. Com direito a banho de cachoeira e tudo, a festa durou mais de um dia e deixou saudades na turma moderna. Aliás, o produtor anda descobrindo uma nova faceta sua: foi ele quem mandou ver no som que fez o povo animado dançar dia e noite. Na vitrola, rolou de Alcione a pontos de umbanda
4 Marcas do que se foi...
... para dar um giro pelo que aconteceu em 2001, relembramos a festa que o Boticário fez no Bufê Il Festino – de Beth Milanese – no final do ano. Regada a tudo que era bom e melhor ainda, a recepção foi em homenagem ao prêmio de profissional do ano que a Silvana Cassol recebeu. Com discursos emocionados da diretoria da empresa e da homenageada, sobrou gente legal na festa. Uma delas era Helena Garcia. Sem titubear, a dama fez astral numa badalação que marcou o ano em que Osama Bin Laden atacou os Estados Unidos. Aliás, 2001 tem muito para lembrar e muito para ser esquecido, mas o estilo de Helena ganha pontos numa época em que é melhor ser discreto para ser fino do que se encher de frus frus e parecer deslumbrada
5 Sonhos que vamos ter...
.. todo dia é dia de parecer bem. Letícia Coletta não perdeu esta lição que a vida lhe deu. É um bom exemplo para quem quer começar bem 2002: não perder as lições que a vida nos dá o tempo todo. A vida inteira. Neste começo de mais 365 dias de batalhas pela vitória, não dá para esquecer que o astral é sempre importante para parecer bem na sociedade. Quem não tem astral pode vestir ouro da cabeça aos pés que não vai rolar nada. Somente falsos elogios. Já para quem sabe se portar como Letícia, a história é outra. As coisas acontecem ou ao menos você faz bonito numa sociedade que é difícil de penetrar, mas que tem grandes valores pessoais circulando nela. Curitiba viveu grandes momentos em 2001 e isto merece ser salientado e eternizado!!!!!!!!!

O adeus de Cássia

Ela não era um exemplo a ser seguido por ninguém. Era mal-educada nos hábitos. Sempre polêmica, Cássia Eller só caiu no gosto popular quando estava no fim. A fórmula que levou a blueseira, roqueira, ao gosto de crianças e adultos foi a do disco acústico, o mesmo que trouxe de volta o sucesso à carreira dos Titãs e que agora tenta dar um ar mais pop ao trabalho já caduco de Roberto Carlos.
Mas Cássia não estava nem aí para o sucesso. O negócio dela era fazer música. Se fizesse sucesso tudo bem, senão tudo bem também. A mulher era muito firme. Vivia como homem, polêmicas à parte, era opção dela. Era assim que a vida lhe havia colocado no mundo e ela não se ligava em hipocrisias. Cássia era única e pena que foi tarde demais a sua consagração nacional. Quem foi adolescente nos anos 80 conhecia e sabia valorizar a música da doida. Dá para chamar assim porque ela mesma passava esta loucura o tempo todo para gente. Quando a grande mídia e o prostituído mercado fonográfico deu uma chance maior para ela, ela pegou com tudo. Foi fundo a rapariga, só que ela também tinha seu lado frágil. Ignorou tudo em prol de fazer o que ela mais gostava. Foi grande a Cássia. Foi o máximo. Pena que este êxtase que viveu foi forte e não deixou chance para um resgate de uma marginalidade escondida pelo caminho da fama. Fica a lição para quem gosta de drogas. Fica a lição de uma das únicas roqueiras que o Brasil já ouviu. Saudades.

Fim de caso

Uma pulada de cerca fez da vida de um jogador do Coritiba um inferno. A coisa ficou tão feia na casa do rapaz que ele teve que deixar o clube às pressas. Uma fonte ligada ao time disse que o atleta, negociado recentemente, foi obrigado a deixar a equipe por força e pressão de sua mulher. A dama descobriu uma amizade colorida do jogador na Capital paranaense e mandou ver na famosa frase ôou ela ou eu#. Resultado: o recém contratado teve que arrumar as malas e voltar para perto da família.

Pouso

Quem está no Brasil é o estilista curitibano Icarius de Menezes. O famoso criador passou o Réveillon em Foz do Iguaçu com a família e agora está em Sampa tratando da carreira nacional. Com um monte de propostas para dar mais atenção a seu País de origem, Icarius fica lá até semana que vem analisando caso por caso. Depois, o moço vem para cá matar a saudades dos amigos e dar continuidade ao projeto que tem com Elon Marcos da malharia Reshultado.

Júri eclético

Os amigos estão cada vez mais felizes com a recuperação de Herbert Vianna. O músico está tão bem que os organizadores do Prêmio Multishow de Música Brasileira pediram a ele que desse seu voto ao homenageado do ano. Como Vianna já ganhou em anos anteriores, pela única premiação brasileira em que o público escolhe desde os indicados até os vencedores, foi escolhido para ajudar a eleger o músico desta edição do evento. Já votaram também Carlinhos Brown, Ivete Sangalo, Sandy, Junior, Mauricio Manieri, Fernanda Abreu, Djavan, Wanessa Camargo, Vanessa Rangel e os integrantes dos grupos Pato Fu, Titãs, Falamansa, Kid Abelha, Los Hermanos, Capital Inicial, O Rappa, Raimundos e Cidade Negra.

Prévias

Ainda falando em Cássia Eller, uma boa opção para quem curtia o som dela é ligar a televisão no dia 10, às 22h15. João Marcello Bôscoli apresenta, no canal pago Multishow, um Música Brasileira especial com grandes cantoras do país. Entre elas, está Cássia. Vale a pena conferir uma das grandes apresentações da cantora.
Começa hoje a 20º Oficina de Música que a Fundação Cultural promove sempre nesta época. Quem faz uma temporada de muita música paralela ao evento é o Hermes Bar. A idéia é fazer os alunos daqui e de fora cair na noite fazendo som.
A Fundação Criança Renal, entidade que atende 259 crianças e adolescentes portadores de insuficiência renal crônica, acaba de firmar uma parceria internética com a Bluein Confecções de Santa Catarina. Eles querem angariar fundos nesta época em as doações caem. Quem tiver interesse em ajudá-los pode acessar o site www.blein.com.br e clicar em Fundação Criança Renal que, automaticamente, a instituição estará recebendo uma peça de roupa nova, para ser vendida no Bazar da entidade.
Quem já está na gandaia da cena musical do Litoral, pode anotar: o Café Curaçao de Guaratuba acaba de acertar um show com a banda carioca O Rappa. Ainda sem maiores informações de como será a apresentação dos caras que tiraram da favela carioca inspiração para sua música, o bar só confirmou que o show vai rolar em breve. A gente avisa.

Concha

Bia Maestri já não é mais sócia de Karime Aidar no Armazém Santo Antônio. As duas empresárias haviam montado a parceria num restaurante alternativo e chique que tem na privacidade um dos seus pontos altos. A casa onde foi instalado o restaurante tem mais de cem anos e passou por uma grande restauração. Só vai gente moderna lá.

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