ANA CLARA GARMENDIA
Por que os anos 80 estão tão em voga?
Uma época de liberação total, sem compromisso de querer passar alguma mensagem política ou anarquista ou qualquer outro tipo de mensagem.
A onda dos anos 80 foi curtir aquilo que já tinha sido conquistado nos anos anteriores. Não haviam mais sutiãs para serem queimados e a virgindade já não era mistério. Pais liberavam filhas para viajarem com namorados, era um clima de liberdade consentida. Não havia mistério. Era só curtir.
E essa foi uma década de muita curtição e de inspiração em seriados de TV e principalmente da imposição da cultura americana. Começava aí a globalização. Os 80 foram o embrião dela. Na moda esse reflexo veio em forma de liberdade.
Feminilidade, uma explosão de irreverência. Cultura Punk. E muita música. Muito RocknRoll. No Brasil havia Cazuza, no seu auge, Legião Urbana, Paralamas, Lobão, Capital Inicial, Ira!, Ritchie (quem não se lembra do hit Menina Veneno?) e tantos outros.
Foi uma época de efervescência. E é por isso que neste início de milênio, é importante trazer à tona essa atitude. Para não passarmos mais mil anos discutindo coisas sem nenhuma importância. Para aprendermos que a melhor coisa a se fazer agora é preservarmos nosso estilo, nossos amigos, e nosso planeta!
Mar chique
O visual marinheiro está de volta. As coleções de Cacharel, Tommy Hilfiger e Alberta Ferreti para a primavera 2001 apresentam roupas no melhor estilo mar e vela. As roupas listradas em marinho, vermelho, amarelo e branco aparecem com força total. Até biquínis e maiôs chegam às prateleiras com esta leitura.
Lexotan
Os fãs da Bjork já podem descansar o filme Dancer in the Dark vem sim para Curitiba. Só não se sabe quando porque existem poucas cópias no Brasil e Curitiba deve ser uma das últimas cidades a receber a fita. O motivo é que cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre têm um público mais receptivo às produções cult.
Falando em Bjork, na entrega do Globo de Ouro, no último domingo, em Los Angeles, ela não decepcionou os críticos de moda de plantão. Apareceu esquisitíssima como sempre e pelo visto deve continuar sendo considerada uma das mais mal vestidas do show business.
Rodízio de beldades
A Televisão Paranaense está investindo nos talentos da casa. Para cobrir férias do conhecidíssimo Erivelto Oliveira, a emissora resolveu trazer apresentadoras do interior para passar uma semana à frente do Primeira Edição. Juliane Guzzoni, Patrícia Mascari, Thaís Belezi e Sandra Guimarães estão arrasando pelo talento e pela beleza. A idéia de integração deu tão certo que a emissora vai repetir a dose quando Maria Flores sair de férias em fevereiro.
Bastidores
Que não é só dos talentos dos músicos que depende o sucesso de um concerto ou espetáculo todo mundo sabe. Na Oficina de Música de Curitiba, época em que os holofotes estão totalmente voltados para as partituras, surge um personagem fundamental. Seu nome é Donizete Bonifácio e ele já tem 15 anos de experiência afinando instrumentos dos mais celébres músicos. A fama de Bonifácio já se espalhou tanto que ele atualmente já trabalha até em gravações de CDs.
Paz
O Rock in Rio conseguiu ao menos um feito com relação a proposta de se fazer um mundo melhor. Durante as noites onde o público não era composto de metaleiros e sim de amantes de músicos como Sting, James Taylor, Max de Castro, Sandy e Júnior e Neil Young, o clima era mesmo de cada um se proteger e proteger a patota que o estivesse acompanhando.
Fim de choro
A top model Kate Moss não chora mais pelo seu, confessado, único amor, o ator Jonhy Depp. Louríssima e de cabelos curtos a moça caiu de amores por Jefferson Hack, editor da revista Daze and Confused. O romance dos dois terá direito a viagens ao Caribe. No próximo dia 16 de fevereiro, data do aniversário de Kate.
Anzol
Paris quer emplacar como líder nos milionários negócios que envolvem a indústria da moda. Começou ontem o evento Paris, Capital da Moda, uma feira organizada por 20 salões e por agências de turismo francesas que querem desbancar os eventos realizados na Itália e na Alemanha. São 8.630 expositores (50% estrangeiros) e uma movimentação financeira prevista para superar a marca dos U$ 3,7 milhões alcançada em 1999. Além disso os franceses ativam o mercado de trabalho. Na última edição a feira gerou 59.500 empregos.





