Denise Martins Américo de Souza, orientadora educacional do ensino fundamental II do Colégio PGD afirma que devido à escola ter menos alunos, fica mais fácil fazer o acompanhamento e perceber as dificuldades que crianças e adolescentes possam ter.

"Priorizamos esse cuidado e quando percebemos pela fala do aluno, pelo rendimento escolar que ele tem alguma dificuldade, vamos rastreando e se necessário pedimos aos pais que encaminhem para especialistas, já que a escola não tem a competência de fazer diagnósticos", pontua.

Depois que é feita a avaliação, conforme a orientação do profissional são feitas as ações. O mesmo ocorre quando o aluno já chega com o diagnóstico de alguma necessidade diferenciada. "Pode ser feita uma alteração de onde o aluno irá se sentar, se ele irá precisar de acompanhamento durante as avaliações ou até fazer a prova em sala diferente. Mas também é respeitada a vontade do aluno, muitos não querem sair da sala e podem reconsiderar isso ao verem que rendem melhor ao fazerem a prova em sala separada", diz Denise. (E.G)

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