VideoKid (Celso Mattos)
Rir é o melhor remédio
E para isso, nada melhor que uma divertida sessão de cinema regada a pipoca e outras guloseimas
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Robin Williams interpreta o médico Hunter Adams: o humor como terapia
Patch Adams O Amor É Contagioso
Inspirado na história verdadeira de Hunter Adams, um médico que resolveu humanizar o tratamento de doentes usando o bom humor como terapia, o filme Patch Adams, que acaba de chegar às locadoras, vai agradar crianças e adultos. Patch, interpretado por Robin Williams, faz consultas vestido de palhaço, canta para os pacientes e sonha em construir um hospital gratuito. A intenção é boa, mas o filme é de uma pieguice constrangedora.
Dirigido por Tom Shadyac, o mesmo que fez O Mentiroso e Ace Ventura, o filme mostra o médico Adams como uma mistura de Ghandi, Jesus Cristo e Bozo. Um sujeito compulsivamente alegre que não consegue falar uma frase sem colocar uma piadinha no meio. Mas quando comparado às produções anteriores do cineasta Tom Shadyac, Patch Adams sai na frente. Apesar de seus inúmeros defeitos, a fita tem momentos emocionantes e permite uma discussão sobre a importância do calor humano no ambiente hospitalar.
Baseado num livro escrito pelo próprio Adams, o filme relata a história do médico desde sua adolescência até a sua vida profissional. Hoje, aos 53 anos de idade, Adams viaja pelo mundo dando palestras sobre os efeitos terapêuticos do riso e angariando dinheiro para a construção de seu tão sonhado hospital. Além de ter engordado a conta bancária dos produtores o filme arrecadou mais de 150 milhões de dólares só nos Estados Unidos também deu uma força ao sonho de Adams, aumentando significativamente as doações para a construção do hospital.
O problema é que Robin Williams e o diretor Tom Shadyac exageraram um pouco na mitificação de Hunter Adams, mostrando-o como um santo batalhando contra um sistema injusto e maldoso, o que acaba dando ao filme um caráter maniqueísta. Mas valeu a intenção de contar a história de um médico que vem há anos lutando por um sistema hospitalar mais humano e divertido. Lançamento da CIC Vídeo. Duração: 115 minutos.
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Scooby Doo na Ilha dos Zumbis
Para os fãs de Scooby Doo, o cachorro mais medroso e divertido do planeta, essa nova aventura vai agradar em cheio. Salsicha, Fred, Velma, Daphne e, é claro, o Scooby Doo, partem para uma ilha para solucionar um grande mistério. Lá eles descobrem uma mansão mal-assombrada. Atrapalhada e medrosa, a turma descobre que a casa está cheia de fantasmas e zumbis. Os seres do além não deixam por menos: infernizam a vida dos super-heróis sem piedade. A fita é dublada. Lançamento da Warner Home Vídeo. Duração: 77 minutos.
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Patolino O Pato Bom de Bico
Ele é o pato mais maluco do cinema. E como não poderia deixar de ser, continua aprontando as maiores confusões. As situações criadas pelo diretor Chuck Jones são hilariantes. Entre as muitas façanhas, o Patolino precisa botar um ovo de ouro para se safar das perseguições do coelho Pernalonga, seu arquirival. Vale lembrar que Chuck Jones é um mestre em filmes de animação, e Patolino O Pato Bom de Bico, mostra mais uma vez seu talento. É uma ótima diversão para a garotada neste final de semana. Dublado em português. Lançamento da Warner Home Vídeo. Duração: 43 minutos.





