Vida curta
Embora praticamente descartável, com vida útil que varia de 400 a 700 ciclos de carga, o que corresponde a cerca de 12 a 18 meses, o preço das baterias para telefones celulares ainda é um tanto salgado, podendo atingir R$ 200,00. Isso, conforme marca, tamanho e composição do material utilizado. Além de outros detalhes importantes como duração da carga e efeito de memória (se é necessário ou não, por exemplo, deixá-la descarregar totalmente antes de usar o carregador da bateria), que também vão influenciar no preço final.
Para preservá-la por mais tempo possível é importante alguns cuidados. Segundo os lojistas que comercializam esse produto, atitudes como não deixar a bateria ao sol, procurar sempre que possível deixar que a carga acabe antes de recarregá-la e evitar esquecê-la no recarregador por mais de 24 horas são alguns itens de bom uso a ser seguidos. Molhá-la ou deixá-la cair são crimes aos quais elas não resistem muito. Não deixar o produto próximo ao calor nem perto de objetos que possam provocar curto-circuito são pontos de segurança a ser observados. Afinal, a bateria é um produto que pode dar origem a explosões, e também não é brinquedo de criança. Deve ser manuseada apenas para o fim a que se destina.
Conhecer seu funcionamento é importante até para saber como melhor utilizá-la. Em geral, o tempo de uso sem recarga varia entre 45 a 120 minutos. Já no stand by (à espera, sem uso), o tempo aumenta para 8 a 32 horas sem recarga. No mês passado, a Philips anunciou o lançamento de um celular com bateria que dura 18 dias. É uma das novidades do mercado, que terá comercialização iniciada em maio próximo.





