Fotos: Milton DóriaNo estilo ‘‘vovô tinha’’, as três malas também podem ser vendidas separadamenteViajar é muito bom, viajar é bom demais. E mesmo para quem não gosta de planejamento antecipado, não há como fugir da arrumação da mala. Roupas, sapatos, uma necéssaire básica e outros gêneros de primeira necessidade. Mas nada de se transformar em um ‘‘viajante-caracol’’ e carregar a ‘‘casa’’ nas costas. Quem viaja muito sabe que a mala deve ser prática e funcional para todos os viajantes.
Para viagens de negócios ou mesmo passeios de final de semana, ‘‘menos é mais’’, e a melhor opção são as pequenas ma



las. Denominadas malas de bordo, elas possuem as dimensões certas, calculadas para embarcar com o passageiro no avião. Mesmo que algumas aeronaves menores, muitas vezes, não permitam esse luxo.
Os modelos de bordo têm, em geral, rodinhas e alças retráteis que dispensam o uso de carrinhos de bagagem. O que difere são os materiais e os apetrechos de cada um. As opções importadas chegam ao País em fibra de vidro, tecido e cores variadas.
Em tecido ou fibra de vidro, as malas de bordo têm as medidas certas e são boas opções para viagens curtas
Uma boa dica é o modelo versátil em tecido, para quem adora divisões. Os vários zíperes possibilitam que tais divisões sejam ‘‘destacadas’’ da mala. Elas se transformam em necéssaire e porta-notebook, que podem ser carregadas para para todos os lados, antes, durante e depois da viagem.
Para uma sessão nostalgia, as malas tipo ‘‘vovô tinha’’ seguem o estilo das antigas malas de couro, mas são confeccionadas em material tipo papelão. O charme fica por conta dos adesivos, um costume simpático dos mais antigos, que colavam ‘‘lembranças’’ dos lugares que visitavam.
São dois tipos em tamanhos variados: retangulares e redondos, que ganham o toque especial dos forros em tecido estampado, que também podem servir de necéssaire. Tanto a pequena como a grande (para as mais exageradas) podem transportar com muito estilo a maquiagem, os acessórios e outros badulaques.

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