Adepta das marmitas há aproximadamente três anos, a relações públicas Nicole Khouri acabou descobrindo uma segunda fonte de renda. Ela conta que ainda no segundo ano de faculdade começou a fazer estágio e próximo ao local havia apenas um restaurante. Com poucas opções, a marmita foi sua escolha. Depois de formada ela veio trabalhar no centro da cidade, onde há mais opções, mas já estava em transição para o veganismo. Sem consumir qualquer alimento de origem animal, a marmita se mostrou mais uma vez uma escolha acertada.

"São muitas coisas com leite ou ovos nos restaurantes. Durante o final de semana me organizo, deixo preparado alguns grãos e hambúrgueres vegetais. Na véspera preparo as saladas. Atualmente trabalho três dias em Londrina e dois em Mauá da Serra. Aqui trago marmita, já em Mauá a empresa tem refeitório com opções veganas, então não preciso me preocupar", explica.

Nicole percebe que ao levar comida de casa acaba se alimentando melhor. "Se eu for em um restaurante e tiver batata frita, massas, eu vou comer, e são coisas que eu não comeria trazendo de casa", diz.

Com a prática em preparar refeições para serem consumidas no outro dia, ela conta que foi aos poucos percebendo o que ficava bom e o que não ficava, e o que era mais adequado para a marmita. "Eu fazia como teste, oferecia para os colegas e fui pegando mais prática. Acabei criando uma linha de produtos veganos congelados, que agora comercializo." (E.G.)

Imagem ilustrativa da imagem Veganismo e renda extra
Adepta das marmitas há três anos, a relações públicas Nicole Khouri acabou criando uma linha de produtos veganos congelados
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