Carmen KleyO casal de namorados Gabriel Bordin e Priscila Nóbile acredita na força imunizadora do amorUma vacina poderosa
Gabriel Bordin, 21 anos, e Priscila Nóbile, 20 anos, estão namorando há três anos e acreditam na força imunizadora do amor. ‘‘A ausência desse sentimento fragiliza o organismo, nos deixando mais vulneráveis a doenças’’, defende Gabriel. Ele vai mais longe, afirmando que a grande diferença entre paixão e amor é a exclusividade. ‘‘Durante a vida, a gente se apaixoma por várias pessoas, mas amamos verdadeiramente apenas uma vez. Quando sabemos que somos amados, temos mais força e energia para lutar contra qualquer enfermidade física ou psíquica que venha em nossa direção’’, ressalta ele.
Carmen Kley‘‘Em primeiro lugar precisamos amar a vida’’, afirmam Rafael Andrade e Fabiane Bauab, que estão casando hoje‘‘Para mim, o grande problema do amor é o medo da perda’’, diz Priscila Nóbile. ‘‘Eu nunca aprendi a lidar com isso e, muitas vezes, esse receio me fez fugir de relacionamentos mais sérios e duradouros’’, confessa. Mas, segundo ela, qualquer tipo de amor afetivo-sexual, ou aquele que dedicamos à família e aos amigos, dá força e estrutura para que possamos ficar imunes às doenças.
Esse pensamento também é compartilhado por Fabiane Bauab, 25 anos, e Rafael Andrade Lopes, 25, que estão namorando há oito anos e vão se casar hoje. ‘‘Em primeiro lugar precisamos amar a vida e a nós mesmos, para que possamos transmitir esse sentimento ao outro’’, diz Fabiane. Para ela, as pessoas mal-amadas são infelizes e vivem se preocupando com coisas pequenas. ‘‘De certa forma, isso é uma doença’’, compara. Na opinião de Rafael Andrade, a paixão deve acompanhar o amor como um tempero para o relacionamento. ‘‘Na verdade, ninguém vive sem amor’’, conclui ele. (C.M.)

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