"As pessoas chegam aqui e não sabem como vai ser o treino", define o preparador físico Pedro Braz. Ao lado dos sócios Bruno Correa e Henrique Covolo, Braz criou a WOD, iniciais do inglês Workout of the Day, algo como treinamento do dia. "Começamos há mais ou menos um ano no Aterro do Igapó", lembra. A ideia foi resgatar a antiga educação física com teorias mais modernas.
A própria kettebell, uma bola de ferro com alça, existe há séculos e hoje é utilizada nas aulas da WOD, que acontecem no Zerão. "Há a tendência do treino outdoor, de sair da academia", explica Braz. E os alunos não costumam se amedrontar com tempos adversos. "Venho mesmo na chuva. É mais gostoso", garante Camila Ribeiro, advogada e empresária.
"Eu os via treinando no Aterro, me interessei e os encontrei no Facebook", conta Camila, aluna há cerca de um ano. Mas há cinco meses, com a ajuda de uma nutricionista, a empresária perdeu oito quilos, o que chamou ainda mais a atenção dos amigos. "Duas amigas vieram treinar também", conta.
Mesmo com turmas que chegam a ter 30 pessoas, os treinos da WOD são personalizados já que os três sócios estão sempre de olho na execução dos exercícios. "Tem um treino base que vai aumentando a intensidade", explica Braz, que pode ter iniciantes ou mais experientes na mesma aula sem que um atrapalhe o outro. "Pelo contrário, um motiva o outro", diz o preparador físico que tem passagem pela concorrida Superliga de Vôlei e cursos de ginástica natural com Álvaro Romano. Trabalhar o corpo como um todo é um dos fundamentos da WOD. Melhor ainda se for ao ar livre.

Imagem ilustrativa da imagem 'Um motiva o outro'
Sabrina Rosa, Camila Ribeiro e Martina Oliveira durante treino no Zerão
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Pedro Braz, um dos sócios da Wod: resgate da antiga educação física com teorias mais modernas
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Mesmo com turmas que chegam a ter 30 pessoas, os treinos da WOD são personalizados
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