Tortura chinesa
Os padrões masculinos de submissão ultrapassaram os limites da perversão com o lothus, que atrofiava os pés das mulheres chinesas por amarração, com o objetivo de reduzi-los a 8 centímetros. A medida era celebrada como ideal erótico e causava um andar cambaleante, considerado sexualmente atraente pelos homens. Praticada na China por todas as classes sociais durante mil anos e proibida só no começo do século passado a amarração dos pés era um procedimento debilitador e doloroso que quebrava ossos e limitava severamente a mobilidade física da mulher, escreve Valerie Steele em Fetiche: moda, sexo e poder.





