Já imaginou aprender inglês jogando videogame? Ou então, utilizar quadros interativos que mais parecem telas de cinema e ainda acessam conteúdos da internet para ajudar a compreender a matéria?
  Pois essa é a boa notícia que a tecnologia oferece em prol do ensino de língua estrangeira. Preocupadas em fazer das salas de aula um espaço cada vez mais atrativo aos alunos, muitas escolas de idiomas adotaram ferramentas multimídia como aliadas no aprendizado dos alunos.
  ‘‘A tendência das metodologias no ensino de língua estrangeira é unir entretenimento com didática. Esse é um diferencial muito grande, pois o aluno evolui bastante quando é estimulado de forma atrativa’’, diz Ana Cláudia Leão, proprietária da Wizard, em Londrina.
  Porém, a novidade não se limita somente aos modernos jogos de videogame Wii como atividade pedagógica, mas se estende ao Sistema Flex, onde o aluno opta pelos dias, horários e locais que mais se enquadram em sua agenda diária. ‘‘É uma evolução em atendimento, que interessa principalmente aos adultos’’, acrescenta ela.
  Seguindo a mesma
proposta de conjugar diversão ao conhecimento, a escola Fisk apresenta uma nova maneira de o aluno não se desligar do conteúdo aprendido em sala de aula. Através de uma senha pessoal, o estudante tem acesso ao Fisk.Net, uma página interativa com atividades do nível básico até o avançado, além de jogos que estimulam a prática da escrita, pronúncia e compreensão.
  ‘‘O material também oferece suporte ao aluno através de CDs e DVDs sobre situações das lições’’, ressalta Manoel Ferreira da Silva, responsável pela Fisk Londrina.

Goo­gle na sa­la de au­la

  Há ­mais de 70 ­anos no Bra­sil, a Cul­tu­ra In­gle­sa já faz par­te da cul­tu­ra bra­si­lei­ra. Da pri­mei­ra ‘the ­book on the ­table’ aos ­dias ­atuais, as au­las da tra­di­cio­nal es­co­la acom­pa­nha­ram a evo­lu­ção di­dá­ti­ca e tec­no­ló­gi­ca dos no­vos tem­pos, sem es­que­cer as ca­rac­te­rís­ti­cas in­di­vi­duais dos alu­nos. Os con­ven­cio­nais li­vros ­nãos fo­ram aban­do­na­dos, mas ga­nha­ram su­por­tes de pe­so, co­mo CDs, CD-­ROOMs e ­DVDs na lín­gua-mãe, o que fa­ci­li­ta a co­mu­ni­ca­ção no idio­ma bri­tâ­ni­co. En­tre ou­tros mé­to­dos de pon­ta es­tão ain­da os da­ta ­show e os qua­dros bran­cos ele­trô­ni­cos, ali­men­ta­dos por soft­wa­res edu­ca­ti­vos. ‘‘Os alu­nos in­te­ra­gem com es­sa te­la, tra­zen­do a in­ter­net pa­ra den­tro da sa­la. His­tó­ria mun­dial, mú­si­ca e ou­tras pes­qui­sas em in­glês no Goo­gle tam­bém dão su­por­te pa­ra os tra­ba­lhos da es­co­la ­convencional’’, diz ­Alan Tho­mas, ge­ren­te da Cul­tu­ra In­gle­sa. Ele exem­pli­fi­ca con­tan­do que uma ci­ta­ção num li­vro so­bre Re­na­to Rus­so, que foi pro­fes­sor da Cul­tu­ra, mas to­tal­men­te des­co­nhe­ci­do pa­ra um alu­no, aca­bou na bus­ca de um cli­pe do can­tor no You­Tu­be, que apa­re­ceu na te­la em em ques­tão de se­gun­dos. ‘‘En­si­nar com es­ses su­por­tes ele­trô­ni­cos tem mui­to ­mais im­pac­to, e os alu­nos me­mo­ri­zam com ­mais ­facilidade’’, acres­cen­ta
  A Cul­tu­ra In­gle­sa uti­li­za os Exa­mes Cam­brid­ge ­Esol pa­ra a cer­ti­fi­ca­ção in­ter­na­cio­nal e man­tém con­vê­nio com a Stu­dent Tra­vel Bu­reau (STB) pa­ra os alu­nos que quei­ram usu­fruir al­gu­mas van­ta­gens em ­suas via­gens pa­ra o ex­te­rior.

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