Tecnologia a favor da compreensão
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Micaela Orikasa<br>Reportagem local 
Já imaginou aprender inglês jogando videogame? Ou então, utilizar quadros interativos que mais parecem telas de cinema e ainda acessam conteúdos da internet para ajudar a compreender a matéria?
Pois essa é a boa notícia que a tecnologia oferece em prol do ensino de língua estrangeira. Preocupadas em fazer das salas de aula um espaço cada vez mais atrativo aos alunos, muitas escolas de idiomas adotaram ferramentas multimídia como aliadas no aprendizado dos alunos.
A tendência das metodologias no ensino de língua estrangeira é unir entretenimento com didática. Esse é um diferencial muito grande, pois o aluno evolui bastante quando é estimulado de forma atrativa, diz Ana Cláudia Leão, proprietária da Wizard, em Londrina.
Porém, a novidade não se limita somente aos modernos jogos de videogame Wii como atividade pedagógica, mas se estende ao Sistema Flex, onde o aluno opta pelos dias, horários e locais que mais se enquadram em sua agenda diária. É uma evolução em atendimento, que interessa principalmente aos adultos, acrescenta ela.
Seguindo a mesma
proposta de conjugar diversão ao conhecimento, a escola Fisk apresenta uma nova maneira de o aluno não se desligar do conteúdo aprendido em sala de aula. Através de uma senha pessoal, o estudante tem acesso ao Fisk.Net, uma página interativa com atividades do nível básico até o avançado, além de jogos que estimulam a prática da escrita, pronúncia e compreensão.
O material também oferece suporte ao aluno através de CDs e DVDs sobre situações das lições, ressalta Manoel Ferreira da Silva, responsável pela Fisk Londrina.
Google na sala de aula
Há mais de 70 anos no Brasil, a Cultura Inglesa já faz parte da cultura brasileira. Da primeira the book on the table aos dias atuais, as aulas da tradicional escola acompanharam a evolução didática e tecnológica dos novos tempos, sem esquecer as características individuais dos alunos. Os convencionais livros nãos foram abandonados, mas ganharam suportes de peso, como CDs, CD-ROOMs e DVDs na língua-mãe, o que facilita a comunicação no idioma britânico. Entre outros métodos de ponta estão ainda os data show e os quadros brancos eletrônicos, alimentados por softwares educativos. Os alunos interagem com essa tela, trazendo a internet para dentro da sala. História mundial, música e outras pesquisas em inglês no Google também dão suporte para os trabalhos da escola convencional, diz Alan Thomas, gerente da Cultura Inglesa. Ele exemplifica contando que uma citação num livro sobre Renato Russo, que foi professor da Cultura, mas totalmente desconhecido para um aluno, acabou na busca de um clipe do cantor no YouTube, que apareceu na tela em em questão de segundos. Ensinar com esses suportes eletrônicos tem muito mais impacto, e os alunos memorizam com mais facilidade, acrescenta
A Cultura Inglesa utiliza os Exames Cambridge Esol para a certificação internacional e mantém convênio com a Student Travel Bureau (STB) para os alunos que queiram usufruir algumas vantagens em suas viagens para o exterior.


