Técnica é simples, mas requer alguns cuidados
A Shantala proporciona um momento de intimidade e conforto e uma oportunidade de aprofundar o vínculo entre a mãe e o bebê. Mas, segundo a fisioterapeuta, é preciso seguir algumas recomendações para que o resultado seja melhor. ''A mãe precisa estar tranquila e segura da massagem que vai aplicar. Os movimentos têm de ser firmes, sem colocar muita pressão, para que seja confortável para o bebê. Com o tempo, a mãe consegue encontrar a medida certa para a massagem'', afirma Ana Maria Izuhara.
Ela obsserva que, no início, a criança pode estranhar a massagem e até chorar, mas depois se acostuma. Por isso, a recomendação é que no primeiro mês, a mãe aplique apenas o chamado ''toque de borboleta''. ''São pequenos toques com os dedos, ao longo de todo o corpo do bebê, que não chegam a ser massagem, mas que fazem a criança se acostumar''. A partir do segundo mês, já é possível aplicar a Shantala, deslizando a mão pelo corpo da criança.
O passo seguinte é estar num ambiente tranquilo, silencioso ou com uma música suave ao fundo. ''A criança vai fazer a associação. Quando a música começa é sinal de que a massagem vai começar''. De preferência, a mãe deve fazer a massagem sempre no mesmo horário. ''As mães que têm pouco tempo podem fazer a massagem em partes, ao longo do dia''.
Os movimentos devem ser aplicados uma hora depois da mamada, para que não exista risco de desconforto para a criança. Um óleo massageador torna o contato mais prazeroso. Depois da massagem, recomenda-se dar um banho morno no bebê para retirar o excesso de óleo. (M.O)





