Soltando a voz
Kraw PenasÉ gostoso estar no palco e fazer um showzinho, diz o bancário Eduardo Pimpão FilhoSoltando a vozApesar de ser adepto da música popular brasileira, ele até chega a arriscar com algumas músicas italianas. No mínimo dois dias da semana são reservados à cantoria. Um hábito que já se repete há quase um ano. Bancário e ex-backing de uma banda curitibana, Eduardo Pimpão Filho, o Dado, como é mais conhecido nas rodas de karaokê, já tinha uma experiência de oito anos. Mas foi com a nova moda que resolveu soltar a voz. É gostoso estar no palco e fazer um showzinho, confessa ele. A pessoa só é tímida nos primeiros 15 minutos. Depois, independentemente de cantar bem ou não, todo mundo acaba participando.
Segundo Eduardo é a integração entre as pessoas que também acaba servindo de incentivo. Gosto da interatividade do pessoal que frequenta o bar. Às vezes, quando você sai à noite para tomar uma cerveja num barzinho comum, acaba não conhecendo ninguém. No karaokê é bem o contrário, você fica conhecendo todo mundo.
São no mínimo oito músicas a cada noite. Uma média que já rendeu até mesmo um fã-clube para o modesto bancário cantor. O fã-clube a gente cria entre o pessoal conhecido mesmo. Eles gostam de ouvir quando é bem cantado. Mas também não é bem assim... dizer que eu tenho um fã-clube.





