Sol Maria toma doses diárias de insulina
Terceira doença endócrina mais comum em cães e gatos, o diabetes atinge, em média, um a cada 300 gatos e um a cada 500 cães. A cachorrinha Sol Maria, das irmãs Ana Paula Faria de Lima e Carla Maria Faria de Lima, faz parte dessa estatística. Com 8 anos de idade, a lhasa apso convive com o diabetes há pelo menos um ano, quando foi diagnosticada. De acordo com Carla, ela e a irmã perceberam que havia algo errado e logo procuraram ajuda de um veterinário. "Na realidade a gente já conhecia os sintomas em humanos e é bastante parecido no caso dos cães. Ela começou a beber muita água e fazer muito xixi, por isso, resolvemos procurar ajuda."
Segundo Ana Paula, a suspeita é de que o uso de corticoides tenha ocasionado o diabetes de Sol. "Foi por causa de um medicamento. Ela tinha uma alergia e tratamos com corticoide sem saber que poderia ocasionar o diabetes", explica. Por atenção das donas, a cachorrinha conseguiu iniciar o tratamento logo no início da doença e, por isso, não teve maiores complicações.
Como Sol já mantinha uma alimentação saudável e equilibrada, Ana Paula e Carla precisaram inserir apenas as doses de insulina na rotina da cachorra. "Ela toma insulina duas vezes ao dia, às 7h da manhã e às 7h da noite, rigorosamente", conta Carla. "Existem rações específicas para diabéticos, mas ela já seguia a dieta do 'Cachorro Verde', um programa de alimentação natural para cães, à base de frango, legumes, arroz e diversos outros alimentos preparados sem condimentos e de maneira adequada para os animais. A única diferença é que por orientação do veterinário incluímos farinha de maçã e aveia, que ajuda a controlar o diabetes", complementa Ana Paula.
Segundo as irmãs, Sol já se habituou às doses de insulina e hoje tem boa qualidade de vida. "É tudo muito tranquilo. Quando vamos aplicar a insulina, nós chamamos e ela vem e obedece. Hoje ela está supersaudável e brincalhona", comemora Carla. (B.Q.)






