Mara Lúcia Luiz Ribeiro, 42 anos, docente da Universidade Estadual de Londrina (UEL), é mãe de Pedro Henrique, 2 anos e meio, e Ana Beatriz, 9 meses. Os dois foram para o berçário com pouco mais de 4 meses. A mãe afirma que nunca cogitou a possibilidade de deixar os bebês em casa com uma babá. Os motivos: segurança e estimulação.
‘‘O berçário é mais seguro a partir do momento que você conhece a estrutura do lugar’’, explica. Ela visitou três, antes de fazer sua opção. ‘‘Com uma pessoa em casa, você não teria controle, uma vez que o bebê não tem como se expressar’’, complementa.
Para fazer sua escolha, Maria Lúcia, levou em conta a estrutura física, a empatia com as pessoas que cuidam das crianças, o profissionalismo no atendimento com equipe multidisciplinar, o acesso livre à escola. ‘‘Para mim, o fato de eu não precisar marcar hora para vir ao berçário, significa que meus filhos estão sendo bem cuidados a todo momento’’.
‘‘Bem cuidado’’ para Maria Lúcia significa a criança estar bem tratada nos aspectos de higienização, alimentação e, principalmente, emocionalmente. ‘‘Vejo isto através do Pedro que sempre se refere às ‘tias’ nos finais de semana e os olhos brilham; e a bebê pela satistação com que vai para os braços das ‘tias’ quando chega no berçário’’.
Outro aspecto que Maria Lúcia considera importante em um berçário é o tratamento levando em conta a individualidade da criança, e não como um grupo.
(E.P.)

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