Que o protetor solar é item obrigatório no ritual diário de cuidados com a pele, todo mundo sabe. Mas ainda hoje há quem resista à recomendação, usando como justificativa o que era verdade até pouco tempo: o incômodo pelo perfume forte - típico do produto usado na praia - e a textura espessa, que deixa a pele oleosa. São fatores que não combinam nada com o dia a dia na cidade.
A boa notícia é que o mercado de cuidados pessoais entendeu a necessidade da brasileira e não para de aumentar a gama dessa proteção para cuidar da saúde e da beleza da pele. E melhor: alguns produtos têm múltiplas funções para garantir praticidade.
As novas fórmulas têm fragrâncias sutis, textura leve para evitar a ''cara'' de quem vai pegar sol na piscina, hidratam, controlam a oleosidade, contêm pigmentação para dispensar o uso de base na maquiagem e até combatem os radicais livres.
Para Sérgio Schalka, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), não adianta, contudo, ter um produto eficaz em mãos e não aplicá-lo corretamente.
O erro mais comum no uso do protetor solar facial, conta o especialista, é a quantidade inadequada. ''As pessoas também não valorizam a proteção contra a radiação UVA na escolha do produto, optando, às vezes, por itens de baixo FPS (fator 15, por exemplo)'', explica Schalka.


Acerte no uso
Quantidade (face): meia colher de chá por aplicação. Reaplique ao menos a cada três horas. De preferência, pela manhã, antes de sair de casa e na hora do almoço.
Como: distribua o produto nas regiões do rosto e depois espa­lhe de maneira uniforme e num único sentido. No início, a aparência pode ficar aparência esbranquiçada, mas depois ela desaparece.
O filtro protetor solar deve ser aplicado pelo menos 15 minutos antes de passar a maquiagem.

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