‘‘Estar presente o máximo de tempo possível na educação e na rotina de João Vitor, desde levá-lo à escola, ajudar nas tarefas e brincar. Minha geração viveu uma época em que tudo era mais mais rígido e as informações muito limitadas. Hoje, com o avanço da tecnologia, tudo chega muito mais rápido e é importante ficar atento para filtrar o que é bom do que é ruim. Procuro também passar para ele princípios de honestidade, humildade e respeito com o próximo. Assim como todos os dias são importantes na relação pai e filho, essa data vai ser ainda mais especial com o nascimento da minha filha, Isadora, que deverá chegar neste fim de semana’’. Marcelo Fontana, 41 anos, pai de João Vitor de Melo Fontana, 6

‘‘Sou simplesmente um pai que cuida, que acompanha, que apoia, que orienta, que dá muito carinho e que corrige. Hoje, meu filho tem acesso a inúmeras oportunidades de aprendizagem, que eu não tive. Isso é bom para ele, mas exige muito mais dos pais porque, para acompanhá-los, temos de entender o contexto em que vivem, e isso não é fácil. Antes, os pais falavam e nós não questionávamos, eles eram referência absoluta. Agora, os filhos recebem informações da internet, da TV, dos amiguinhos. Para eles nos ouvirem temos de falar coisas que fazem sentido, se não, os perdemos rapidinho. Repasso ao meu filho de forma natural tudo o que aprendi com meus pais, são atitudes que fazem parte do meu comportamento e não do meu discurso. Como os fatos mostram, os filhos aprendem muito mais com o exemplo que damos a eles’’. Luciano Munck, 37 anos, pai de Guilherme Musetti Munck, 2

‘‘Um pai contemporâneo sabe conciliar trabalho com atenção aos filhos, estando presente todo o tempo necessário, dividindo com a mãe a tarefa de educá-los. Não só prepará-los para o mundo competitivo, mas educá-los dentro dos padrões bíblicos centrados em DEUS em primeiro lugar. Cuidar sempre com atenção da família, ser um trabalhador honesto sem deixar que resultados se sobreponham à ética. E fazer tudo isso com prazer, aproveitando cada segundo com a família, não só no Dia dos Pais, mas todos os dias’’. Alex Rispoli, 38 anos, pai de Mateus Gomes Rispoli, 2

 ‘‘Ajudar na preparação do futuro, mostrar o que é certo e o que é errado no mundo em que vivemos, ter tempo para assumir a função de pai. Por eu ter sido criado longe do meu pai, procuro passar a eles o que a vida me ensinou: acreditar sempre em si mesmo, ser honesto, ter garra, determinação, ser sempre justo com todos, não descriminar pessoas, ter ética, moral e bons costumes, respeitar as leis. E que os momentos vividos no Dia dos Pais sejam eternos. Olivio Fiori, 43 anos, pai de Oliver, 7, e de Lorenzo Fiori, 1 ano

  ‘‘Conciliar os valores do mundo moderno sem perder os princípios humanos, éticos e religiosos. Dar prioridade às crianças com qualidade em momentos felizes e não quantidade de tempo. Transmitir lições aprendidas com nossos pais, de honestidade, ética e valorização do ser humano, para que possamos juntos construir um mundo melhor para as próximas gerações, cada um fazendo sua parte e dando o melhor de si’’. Richardson Cabral, 34 anos, pai de João Pedro, 5, e de Manuela Cabral 2

‘‘Participar das alegrias e dificuldades na criação dos filhos e conseguir transmitir ‘antigos’ valores para eles, como integridade moral e perseverança. Acompanhar o dia a dia deles num mundo mais feliz, com menos violência e injustiça’’. Marino Adati, 41 anos, pais de Marina, 3, e de Henrique Soller Adati, 4 meses

‘‘É ser participativo e exemplar. Aproveitar o tempo livre do trabalho para ficar o máximo possível com a família, ajudando a mãe a educar e cuidar dos filhos. Participar das brincadeiras e das orações. Corrigir os erros e impor limites, educando-os para que cresçam respeitando o convívio em sociedade. Enfim, é estar presente, dando-lhes a necessária segurança e os exemplos recebidos de seus ancestrais, para que assim possam crescer seguindo os mesmos passos. Só depois de ter um filho é que a gente percebe o trabalho que nossos pais tiveram para nos dar uma formação exemplar. Ter mais paciência para poder superar os momentos difíceis na educação dos filhos, ensiná-los a ter suas próprias responsabilidades, seja nos erros ou nos acertos’’. Janderson Camões de Carvalho Iassaka, 39 anos, pai de Ricardo Pedrotti Iassaka, 11 meses

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