Sem medicamentos
A orientação do terapeuta para prevenir e evitar a intoxicação intestinal é basicamente cuidar da alimentação. O ideal é consumir muitas frutas, verduras, cereais integrais e fibras, mas sem excesso porque as fibras também causam irritação. As frutas oleaginosas como nozes e castanhas também fazem bem ao intestino porque são ricas em proteínas, óleo insataurado e poliinsaturado, que trazem benefícios ao sistema circulatório, mas devem ser consumidas moderadamente, observa o terapeuta.
A lista do que deve ser evitado inclui fritura, chocolate, refrigerante, doce, carne de porco e seus derivados. Não é recomendado também beber ou comer coisas muito geladas e nem muito quentes. O impacto que isso produz no estômago pode causar inflamações, dando origem a uma gastrite. Misturar muitos alimentos numa mesma refeição também colabora para a intoxicação intestinal, explica o terapeuta.
No café da manhã, por exemplo, ele aconselha consumir banana amassada com aveia natural, mamão com flocos de milho, torrada de pão integral com requeijão, suco e iogurte natural. Durante o dia, além das frutas e verduras, é recomendado comer cereal ou feculentos como batata, inhame e mandioca, de três a quatro nozes ou castanhas, iogurte e sucos naturais, orienta. O terapeuta Adolfo Luis Joglar ressalta que no tratamento de desintoxicação intestinal não é usado nenhum tipo de medicamento.
A técnica se baseia na orientação alimentar e na hidrocólonterapia, na qual que faz uma espécie de lavagem no intestino, eliminando todas as impurezas que se encontram depositadas no órgão ao longo dos anos. O tratamento dura, em média, cinco dias. Não deixa o intestino zero quilômetro, mas traz uma melhora geral no organismo, evitando 70% das patologias que levam as pessoas aos consultórios médicos e postos de saúde, garante o terapeuta.





