Sem agressão ao organismo
Aos 40 dias de vida, Helena tinha cólicas fortes e intestino preso. Estes foram os fatores que a levaram até a acupuntura pela primeira vez. O pai, Lucas de Araujo, jornalista, explica que ele e a esposa já conheciam casais que fizeram acupuntura em bebês e tiveram bons resultados. O depoimento destes amigos motivou o casal a buscar a técnica.
Na época, apenas duas sessões foram suficientes para melhorar a qualidade de vida da bebê. "O resultado é quase instantâneo", comenta Lucas. Aos três meses, a família levou Helena de volta ao consultório de acupuntura porque ela estava agitada e com dificuldade para dormir. "Ela não conseguia relaxar, trocou a noite pelo dia e ficava muito irritada. Nesta época aliamos a acupuntura à homeopatia e a Helena melhorou com apenas uma sessão", afirma.
Hoje, aos oito meses, Helena voltou a apresentar irritação e dificuldade para dormir, especialmente durante a noite. "Decidimos voltar para a acupuntura", destaca Lucas. Ele conta que vai recorrer à técnica sempre que a filha precisar de ajuda. "Adotamos esta como a primeira opção. Como ela está em processo de desenvolvimento, evitamos utilizar medicamentos alopáticos e acreditamos que a acupuntura é menos agressiva e mais saudável ao organismo", conclui.
Ana Paula Camacho Rosa, mãe de Ana Laura, de 4 anos, tem opinião semelhante. "Na minha casa todos já faziam acupuntura e quando a Ana Laura, aos seis meses, começou a ficar muito tempo sem dormir, optamos por iniciar o tratamento com ela também", conta a mãe, lembrando que a filha ficava mais tranquila após as sessões. O acompanhamento durou seis meses e desde então ela não precisou retornar à acupuntura. (M.A.)





