Apesar de ser classificada como uma doença sazonal, ou seja, que ocorre preferencialmente nos meses de inverno e primavera, a rubéola ataca também no verão, e pode ser facilmente confundida com a laringite ou amigdalite, principalmente quando atinge as crianças. Mas é durante a gestação que as consequências da doença se tornam preocupantes, o que já levou a legislação brasileira a autorizar o aborto em caso de contaminação da mãe durante a gravidez.
Conhecida também como sarampão ou sarampo alemão, a rubéola ataca crianças entre cinco e nove anos, mas pode atingir também adolescentes e adultos. Os primeiros sintomas são aparecimento de ‘‘manchinhas’’ ou pápulas róseas na face, um espécie de ‘‘vergão’’ que se espalha em menos de 24 horas atingindo o pescoço, o tronco, membros superiores e inferiores. Em seguida, podem ocorrer lacrimejamento e fotobia (aversão à luz ambiente), e, ainda, manchas levemente azuladas na mucosa da boca. Nas amígdalas aparecem placas amarelas podendo desencadear uma crise de faringite. Durante essa fase o doente tosse muito, apresenta catarro e coceiras, e passa por uma febre que nos primeiros dias sobe de 39 a 40 graus.

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