Abraçar o mundo, para quem já pôde envolver um filho nos braços é a melhor descrição para a emoção que um ser humano é capaz de sentir. E para as donas desse sentimento incondicional, imensurável, estimulante, incomparável, as lembranças congeladas pelas lentes da fotógrafa Ana Paula Rosa são a prova de que o maior amor existente no universo tem o nome de MÃE.

‘‘Ser mãe é a coisa mais sublime e maravilhosa do mundo. É um presente divino, que não tem preço. Meu bebê poderia estar entre outros milhares, mas eu conseguiria reconhecê-lo só pelo seu cheirinho. Quando ouvi pela primeira vez o choro do João Miguel concluí entre lágrimas de emoção: sou mãe! Para mim, não há melhor momento na vida’’. Ana Cláudia Dévara, jornalista, mãe de João Miguel, 1 ano

‘‘Tornar-se mãe é se sentir plenamente realizada como pessoa, seja com um simples olhar ou um sorriso do filho. É doar-se sem esperar nada em troca. É simplesmente amar. Esperar nove meses para gerar uma nova vida é um momento único, repleto de emoção e agraciado por Deus’’. Elaine Salviato Burgos, atendente comercial, mãe de João Pedro, 2 anos, e Miguel, recém-nascido


‘‘É conhecer o amor verdadeiro; aquele que não se pede nada em troca porque você simplesmente ama. Ser mãe é um caminho cheio de lembranças boas: a primeira palavra, o primeiro dia de aula, a primeira apresentação na escola e cartinhas cheias de beijos. A diferença na minha vida é me sentir amada pela minha princesa’’. Cristianne Cordeiro Nascimento, professora universitária, mãe de Victoria, 13 anos


‘‘Anos atrás você nasceu. A cada dia você era um pouquinho mais minha, embora fosse cada vez mais do mundo. Veio a escolinha, a primeira viagem sozinha, os desafios. Hoje sei que é ótimo ter você comigo, nos erros e acertos, até nas briguinhas bobas, porque assim é a vida. Mas tenha certeza que as horas maldormidas e as refeições interrompidas são insignificantes perante a felicidade que você me dá. Ser mãe é uma tarefa divina e muito, mas muito gratificante’’. Elza Nakamura, dentista, mãe de Bruna, de 16 anos e Gabriela, 10

‘‘Me preocupo com com cada detalhe que envolve minhas filhas, por mínimos que sejam porque, para mim, ser mãe é um sentimento que me invade sem limites. É um significado infinito: ao mesmo tempo quer dizer amor, dedicação, renúncia de si própria, força e sabedoria’’. Tatiana Silva, dentista, mãe de Ana Flávia, de 7 anos, e Maria Clara, 1 ano

‘‘Me considero duas, três e até quatro vezes mãe, pois acho que quando a gente se torna avó, curte os netos mais do que os próprios filhos. E por conta disso chegamos até a ‘estragá-los’, pois queremos atender a todos os pedidos deles. Além disso, tem certas coisas de avó que não há como substituir, como as comidas que preparo para eles e os finais de semana em família’’. Olga Naka, empresária, com os netos Bruna, Beatriz, Ricardo, Paulo e Amanda

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