Milton DóriaO empresário Vicente Viggiani propõe uma campanha de recolhimento na hora da troca da bateria. A coleta seria realizada pelas próprias lojas que comercializam o celularNa semana passada, em Ribeirão Preto (SP), a Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) iniciou uma campanha cujo objetivo é recolher baterias usadas de celular como lixo diferenciado. De acordo com a campanha, na hora da substituição o usuário deverá depositar o material velho em contêineres, distribuídos em vários pontos da cidade. Depois, esses contêineres, com capacidade para 80 quilos de material, serão recolhidos e, posteriormente, encapsulados em caixas de concreto e colocados em depósitos de lixo industrial.
A iniciativa é inédita e faz parte de uma discussão nacional. Afinal, essas baterias são mesmo tóxicas? Que grau de toxidade possuem? Se elas são tóxicas, as baterias comuns também não seriam? Já se sabe que as baterias têm como componentes principais alguns metais pesados importantes como níquel, lítio e câdmio. O que falta é um acordo sobre a capacidade desse produto contaminar o meio-ambiente em função dos componentes que carrega.

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