Resoluções no papel
Mesmo estando com os planos encaminhados para 2015, a maquiadora Laryssa Marroni não deixa as superstições de lado na virada do ano. Para ela, algumas tradições ajudam a dar mais ânimo às resoluções de ano novo. "Toda virada de ano, há uns dois ou três anos, faço uma cartinha para mim mesma com as coisas que eu quero para o ano que se inicia", comenta ela, que só volta a ler a cartinha no ano seguinte. "Guardo na carteira e só abro no fim do ano", revela. "É uma maneira de focar naquilo e realmente me esforçar para conseguir aquele objetivo", analisa.
A assistente administrativo Gigliola Bissoni Seco, de 27 anos, também encontrou nas cartinhas uma maneira de se motivar a levar as resoluções de ano novo mais a sério. Porém, no caso dela, as metas para 2015 foram escritas por uma amiga de longa data. "Logo nos primeiros dias do ano fui visitar uma amiga e comentamos uma com a outra que nunca conseguíamos levar as metas de ano novo adiante. Daí surgiu a ideia de ela escrever as minhas resoluções e eu as dela. Assim, as duas poderiam cobrar uma da outra com o passar dos meses", conta.
Segundo Gigliola, a estratégia tem dado certo até então. "Está ajudando bastante. Foi uma forma de nos estimularmos a cumprir as metas. 2014 não foi um ano muito bom para nenhuma das duas e estamos animadas quanto a 2015". De acordo com a assistente administrativo, não há segredos nas resoluções. "São coisas fáceis, mas que muitas vezes acabamos deixando de lado por comodismo", avalia. "Por exemplo, ter mais paciência, me cuidar mais, perder uns quilinhos... Ou seja, cuidar mais de mim. Não só do corpo como da alma também". (B.Q.)






