O resfriado pode ser causado por mais de 200 tipos de vírus, sendo o rinovírus o mais comum e o que tem um caráter mais inflamatório como dor de garganta e coriza. Raramente provoca febre e dores musculares. A gripe é causada pelo vírus Influenza e tem sintomas mais fortes do que o resfriado. O vírus penetra no organismo principalmente pelas mucosas e produz manifestações intensas como febre alta, dores no corpo, indisposição e obstrução nasal. Em ambos os casos o ciclo da doença não ultrapassa 10 dias.
  A rinite alérgica é uma inflamação do revestimento interno do nariz e os sintomas têm início minutos após o contato com o alérgeno (substância que provoca a alergia), na maior parte das vezes, poeira doméstica e ácaros. O que dificulta o diagnóstico da doença é que nem sempre as pessoas identificam a causa de suas queixas. Geralmente ignorados, os sintomas da rinite se prolongam e o processo se complica. A freqüente congestão nasal obriga a pessoa a respirar pela boca, o que provoca desconforto na garganta, voz anasalada, aumento de cáries, sono agitado e ronco.
  A rinite alérgica também pode propiciar o aparecimento de outros quadros infecciosos como sinusite, amidalite, faringite e otite.
Tratamento Nos casos de gripes e resfriados, recomenda-se repouso, alimentação balanceada e ingestão abundante de líquidos. Analgésicos e antitérmicos podem ser administrados sob orientação médica. A vacina contra a gripe reduz os riscos de contaminação em até 89% e mantém seu efeito por um ano. No entanto, é necessário ressaltar que, apesar da vacina, algumas pessoas podem ficar gripadas, embora os sintomas sejam mais fracos, semelhantes aos de um resfriado.
  O tratamento da rinite tem início quando se estabelece a causa. Muitas vezes, apenas manter-se afastado do alérgeno já é suficiente para eliminar o problema. Como nem sempre é possível o afastamento total, como no caso da poeira domiciliar, a alternativa é ministrar medicamentos que reduzam a inflamação e controlem os sintomas. Dependendo da intensidade dos sintomas, é indicado o uso de vacinas, a chamada imunoterapia. (Da Editoria)

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