Quando as pulseiras não bastam...
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 06 de março de 2014
Elaine Souza<br>Reportagem Local 
Ele esteve por muito tempo ligado a questões religiosas ou espirituais. Na antiguidade, o bracelete estava presente nos pulsos de grandes figuras históricas como Cleópatra e até mesmo divindades, como a deusa grega Palas Atenas, regente da sabedoria, das artes e da guerra. Misticismos e lendas à parte, o acessório é grande aposta há algumas temporadas.
Anos atrás, essa peça se popularizou entre famosas grifes. O bracelete espelhado, ou seja, usado em ambos os braços, foi resgatado por grifes como Moschino, Balmain e Chanel. Hoje, aparece com força total nas ruas.
Maxi no tamanho, essa peça não pode ser confundida com pulseira, uma vez que bracelete é usado mais acima do pulso, no antebraço, e as pulseiras permanecem no pulso.
"Braceletes são peças democráticas, combinam com qualquer tipo de mulher, podem ser usados tanto em momentos mais descontraídos, quanto nos mais formais. O que vai definir, onde usar ou não, é o tipo de material da peça", explica a designer de acessórios Jana Favoreto, que está à frente de uma grife que leva seu nome.
Lisos, com pedras, de ouro, prata, alumínio e até de madeira, os braceletes podem ser usados em apenas um ou nos dois braços. A escolha, segundo a designer, depende da preferência da pessoa.
Chamativo e muito estiloso, o acessório ainda tem o poder de ser o destaque em muitas produção. Conforme Jana, a peça consegue chamar, em muitos casos, mais atenção que a própria roupa. Para não errar na escolha, ela dá algumas dicas. "Roupas com muitos detalhes pedem acessórios mais lisos, para não pesar no visual. Se a roupa for mais lisa e discreta, escolha um bracelete mais chamativo para dar um 'up' no look. Mas isso não é regra. Se você está segura, no sentido de ter estilo para isso, se joga!", diz
Por ser um acessório de destaque, também cabe cautela na hora de combiná-lo com outros itens, tais como brincos e colares. "O mais importante é ter bom senso. Por exemplo: se já está usando um brinco grande, você não precisa de mais nada, e isso vale para outros acessórios também", sugere ela.
Na hora de escolher um bracelete, o indicado, considera a designer, é levar em consideração o estilo próprio. "Uma pessoa básica não pode chegar e comprar um bracelete extravagante, pois provavelmente nunca vai chegar a usá-lo. No quesito conforto, isso varia de pessoa para pessoa", observa.










Continue lendo:
- Em todas as ocasiões


