Praticantes buscam as mais diversas modalidades para combater o estresse
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Redação Folhaweb 
No meio de um dia muito estressante, Terezinha Nakagawa deixou o escritório de comércio exterior onde trabalhava e saiu para caminhar a ermo em uma tentativa de se livrar da pressão do cotidiano. No meio do caminho, avistou uma escola de dança de salão e, de cima do sapato de salto que a incomodava, admirou a felicidade dos alunos que acabavam de sair de uma aula. ''Entrei na escola sem pensar muito e, quando vi, já estava fazendo uma aula experimental. Isso foi há sete anos. Desde então, nunca mais parei. A dança mudou a minha vida'', revela.
Como Terezinha, muita gente procura as academias de dança de salão com um objetivo que extrapola a simples vontade de fazer bonito nos salões de baile. Praticar uma atividade física, combater o estresse e até mesmo ganhar uma vida social com mais amigos são os motivos que, cada vez mais, aumentam a procura pela prática.
E os dançarinos não se limitam aos ritmos tradicionais. Modalidades como tango, samba de gafieira, zouk e o novo west coast (dançado ao som do blues norte-americano) desafiam os casais que não se contentam com a mesmice dos passos.
Terezinha - que deixou o trabalho estressante e hoje é cabeleireira - não se satisfez apenas com as danças tradicionais. Ao descobrir o tango, passou a dedicar-se ao ritmo e se apaixonou. ''Achava que era impossível aprender, mas consegui'', conta ela, que já viajou a Buenos Aires, na Argentina, para participar de cursos em um festival do estilo. ''Foi inesquecível'', recorda-se.
Leia mais na matéria da repórter Carolina Avansini
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