O que é preciso para uma conquista amorosa acontecer? Será que as mesmas regras valem para os garotos e as garotas? A Folha da Sexta
ouviu alguns jovens para confirmar se a conquista afetiva segue um padrão. Eles revelam o que conta na hora em que o coração fala mais alto. Todos foram unânimes em reverenciar a fidelidade no relacionamento. Isso só vem confirmar a tese dos especialistas em comportamento, quando afirmam que a confiança mútua e a fidelidade são a base de uma relação estável e duradoura.
Alguns passos são comuns entre meninos e meninas. Inevitavelmente, a coragem precisa ser dominada. O primeiro sinal para conseguir o amor do outro é emitido pelo olhar, quando pode-se demonstrar as intenções. Atração física entra no jogo da conquista mas, segundo os entrevistados, a beleza não resiste muito sem um papo envolvente. A conquista se efetiva com o jogo verbal, é através da palavra que o envolvimento toma corpo.
Algumas características são comuns entre garotos e garotas. O visual ainda conta muito; patricinhas e garotas underground, de visual agressivo, afugentam muitos meninos. É a constatação de que cada vez mais os jovens se aglomeram em tribos. Quando a conquista se concretiza, uma bateria extra parece tomar conta da moçada. Há uma motivação maior em tudo o que fazem, cuidam mais da aparência, falam mais ao telefone.
As armadilhas entram no jogo. Até aquelas que parecem ultrapassadas causam efeitos. Bilhetes, cartas, cartões engraçados e inteligentes, flores, serenatas, encontros mais que coincidentes e presentinhos-surpresa. As táticas podem ser as mesmas, mas a intensidade é o que vale. O lance é ousar, como esbarrar ‘‘sem querer’’ naquele gato ou gatinha. Ou usar um amigo como contato. Outra tática é fazer com que a presença seja notada, aos poucos, sem assustar. Assim, a conquista tem um sabor todo especial.

Cesar AugustoYuri Bulaty, 18 anos

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