Por que eu não vivo sem você?
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quinta-feira, 07 de junho de 2007
Karla Matida<br>Reportagem Local 
Não, não deve ser à toa que o Dia dos Namorados aconteça bem numa época de temperaturas baixas (tanto é que no hemisfério norte, a data romântica é celebrada no dia 14 de fevereiro, inverno por lá também). É que os dias frios exigem um chamego ainda maior. Bom para a Cláudia e o Guilherme, a Carol e o Fernando, a Maria Fernada e o Homero e muitos outros pares que vão celebrar o amor no próximo dia 12. Coincidentemente, os três casais já eram bem amigos antes de engatar o romance. Tanto que elegem o companheirismo como ingrediente básico para o relacionamento. A sinceridade também.
Guilherme Franco estudava com a irmã de Cláudia Mello e como os dois moravam perto um do outro, ele acabava dando carona para as duas. Amigos há cinco anos, os dois começaram a namorar mesmo há um ano e um mês para a alegria de quem sempre torce pelo amor. Claro que antes do namoro oficial, eles andaram ficando aqui, ficando ali, até que entenderam que a coisa toda era mais séria. Tanto que Guilherme nem titubeia quando questionado por que não vive sem a Cláudia. Porque ela me completa, dispara. Para ela, o companheirismo dele faz o coração bater mais rápido. Nós conversamos bastante. Pra tudo trocamos idéias, conta Cláudia, sem esconder o sorriso de felicidade
O namoro de Maria Fernanda Malvezzi e Homero Garcia Filho é algo recente. Eles ainda nem completaram dois meses, mas a cumplicidade entre o casal é notória. Amigos há alguns anos, os dois continuam com mesmo companheirismo de antes, um dos ingredientes essenciais do novo relacionamento. E é justamente essa qualidade dele que logo vem à cabeça de Maria Fernanda. Fomos convivendo e nos identificando, explica a namorada. Gosto muito do jeito dela lidar com as coisas, avisa Homero, depois de declarar todo apaixonado que são tantas coisas que gosto nela.
Filhos de famílias amigas de longa data, Carol Nassif Fernandes e Fernando Debieux só foram engatar o namoro há dois anos o aniversário foi comemorado com muitos beijos na semana passada. Um ano antes do relacionamento ser oficial, já rolava um climinha, segundo Carol. Mas os dois só se acertaram mesmo depois que ele deixou Porecatu para vir estudar em Londrina. E foi por conta de uma outra mudança que o namoro, ai, quase acabou. Ele passou em medicina em Presidente Prudente e ela achou que o namoro a distância não daria certo. Mas ele pediu pra gente tentar, lembra Carol. E está dando certo sim, garante Fernando, que há mais de um ano enfrenta a estrada todos os finais de semana para ficar pertinho da amada. Claro que as contas de telefone são altíssimas para desespero dos pais. A internet também ajuda muito a aproximar o casal. Ela é muito bonita e alto-astral. E eu gosto de mulher brava, brinca Fernando. E é essa sinceridade toda que a Carol adora, já que é o que ela cita como algo que adora no namorado


