Por baixo dos panos
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 02 de setembro de 2004
Karla Matida<br>Enviada a Nova Friburgo 
É um caminho sem volta, a lingerie divertida chegou mesmo para ficar. Além de coloridas, estampadas e engraçadinhas, elas ainda são confortáveis. O que mais uma mulher pode querer? Ok, rendas e bojos para noites especiais mesmo que seja só para ela se sentir linda em frente ao espelho. Com boas opções para as duas situações, a 12 Fevest, maior feira de lingerie da América Latina, movimentou Nova Friburgo (RJ) durante quatro dias em meados de agosto.
Pólo de moda íntima e referência nacional, a cidade produz 25% de todas as calcinhas e sutiãs usados pelas brasileiras. Não por acaso, o evento teve presença de 10 mil visitantes e mais de 600 compradores, que fizeram negócios de R$ 18 milhões, número 80% maior do que no ano passado.
Com a missão de mostrar as novidades das 65 confecções participantes em desfiles curtos, o produtor Rogério S. optou por separar em cinco temas candy girl, para a lingerie de algodão, mais meiga e divertida; balneário tropical, para mostrar a moda praia; esportes radicais, com a linha de roupas de ginástica; rock stars, para a lingerie cheia de atitude e romântico retrô para os sensuais clássicos de renda.
Se não dá para inventar muito na modelagem dos sutiãs e calcinhas, as confecções ganham pontos extras ao escolher tecidos tecnológicos. Microcápsulas de aloe vera no forro do sutiã previnem o envelhecimento com o auxilio da vitamina E. Para as calcinhas, o tecido anticelulite lançado na Fevest parece sonho se tornando realidade.
* A jornalista Karla Matida viajou a Nova Friburgo a convite da organização do evento.


