A novidade do granilite apresentado na MD&I é que ele já vem ensacadao pronto para o uso. O produto que leva a marca Cauê é fabricado pela Camargo Corrêa Cimentos. A mistura preparada, segundo o fabricante, demanda menos tempo e desperdício de material. Outra vantagem, segundo o consultor de vendas da empresa do escritório Cambé (13 km a oeste de Londrina), Júlio César Filla, é que a troca do cimento convencional pelo branco deu mais qualidade ao produto.
''O cimento branco é mais forte que o comum'', garante. Ele destaca que o produto vem em embalagens de 40 kg e rende 1,5 metro quadrado. O custo final da instalação varia de acordo com o acabamento superficial. ''O preço fica entre R$ 29,00 e R$ 50,00 o metro quadrado'', informa.
O tom claro da mistura, devido à cor do cimento e às granilhas (pedriscos de mármore e granito) pode ser alterado com a colocação de corantes, numa combinação de diversos pigmentos até se obter a tonalidade desejada, ou ainda com uma mistura de 10% de pedriscos mais escuros. A manutenção da resina deve ser feita a cada cinco anos. A limpeza se resume ao uso de esponja e sabão neutro. A empresa está também providenciando o treinamento de mão-de-obra para a aplicação. (Célia Guerra).

‘‘Versatil e lúdico’’. Assim é o quarto do bebê projetado pela arquiteta Luciana Saraiva Dematté. Na verdade, o espaço é muito mais que um lugar para dormir. A composição da mobília permite a utilização do local até que a criança tenha, pelo menos, 5 anos. Ao lado do berço uma cama elevada se transforma na cabaninha de brinquedos. O hábitos de higiene vão ser adquiridos também na brincadeira. Um buraco na parede permite o acesso rápido e divertido ao banheiro. A mobília é toda composta de peças soltas e com acabamento individual, que permitem mudar constantemente sua disposição. O quarto tem tudo para se transformar no espaço preferido dos pequenos....do papai, da mamãe, enfim, da
família toda!

O antigo, o clássico e o moderno em perfeita harmonia concedendo muito charme e aconchego aos ambientes. É o que expressa o trabalho do arquiteto Marcelo Melhado na composição do Living e da Sala da Família. Nos materiais, tudo o que eterniza a decoração: couro, madeira, fibra natural, seda, sisal, e os tapetes de lã. ‘‘Um ambiente para ser usado’’, simplifica o arquiteto. A mesa para o computador (produzida pela Art Forja) não remete só ao trabalho, mas também às brincadeiras. Há ainda o espaço para refeições e o aconchego da lareira. Na iluminação, o imponente lustre em Cristal Bacará divide a função com spots alógenos com lâmpadas R111. ‘‘Não há briga entre os estilos e a decoração é valorizada com os focos de luz distribuidos em vários pontos’’, explica Melhado, sem perder de vista a idéia de racionalização do consumo de energia.

Conceitos dos grandes nomes da arquitetura, como Mies Van Der Rohe e Arne Jacobsen, inspiraram os arquitetos Gilmar Mazari e Marcos Maia na composição do Escritório da Casa e o Jardim. O espaço foi construído fora do corpo da casa especialmente para a Mostra, com o objetivo de explorar a área e a vista privilegiada da cidade. A ‘‘caixa de vidros’’, segundo os autores do projeto, é um local de trabalho e de refúgio. Além do bom gosto e do conforto, há muita história e conhecimentos da arquitetura embutidos no arranjo. ‘‘É um local agradável e de muita harmonia’’, resumem.

Tudo no seu devido lugar e lugar para tudo, inclusive para reunir família e os amigos. Projeto dos arquitetos Alessandro Cavalcanti e Ricardo Mokhoul, essa cozinha tem seu grande trunfo na distribuição dos espaços ao redor do fogão, no centro do ambiente. ‘‘Tem o lado simbólico, do calor, do fogo, que atrai as pessoas, e também o lado funcional’’, explica Cavalcanti. A mesa nada tradicional é dividida em duas, com vasos de cerâmica que dão a impressão que ela está sempre arrumada. O acrílico também tem vez nas coloridíssimas cadeiras, contrastando com o areia e champagne dos móveis e paredes. Na coluna central, o espelho ilumina e amplia o ambiente e, para os adeptos do feng shui, transmite a idéia de fartura e abundância. As pastilhas de vidro em alguns detalhes da parede é da Casa Objeto.

Um bom vinho, deliciosos petiscos e muita conversa. Som, só o barulho dos cristais. Os únicos equipamentos eletrônicos permitidos são o climatizador de ar e a adega refrigerada. E, para não dizer que a diversão não tem vez, uma mesa de jogos ganhou espaço na decoração. Esta é a proposta da Enoteca, projetada pela arquiteta Andréia Scherer Hovgesen. O estilo rústico está garantido pelas colunas em tijolinho à vista, os tecidos e as persianas. A iluminação tênue acentua o bem estar e o aconchego do lugar. Taças não são apenas objetos para a degustação, mas se espalham entre os nichos, enriquecendo a decoração.

SERVIÇO
A 8ªMD&I prossegue até o dia 28 de setembro, na Rua Nevada, 250, Jardim Quebec. A visitação pode ser feita de terça à sexta-feira, das 17h às 23 horas, e aos sábados e domingos, das 15h às 23 horas. O preço do ingresso é R$ 10,00 (R$ 7,00 para estudante). É permitida a entrada de crianças com idade acima de 10 anos.

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