Piscinas naturais favorecem mergulhos
É impossível pensar em Porto de Galinhas e não se lembrar das piscinas naturais, que fazem a fama do balneário. Elas formam incríveis aquários que estão bem próximos da costa, a apenas cinco minutos da praia. A beleza é revelada pela maré: quanto mais baixa estiver, melhor se avistam os diferentes peixes coloridos, que compartilham as águas mornas, limpas e calmas com os visitantes.
O acesso às piscinas é feito por jangada em passeios organizados pela Associação dos Jangadeiros, que dispõe de guias qualificados e preparados para oferecer assistência.
Essa rica biodiversidade marinha pode ser constatada especialmente na região da Costa dos Corais, que preserva uma extensão de recifes de corais e de arenito, com manguezais e uma exuberante fauna e flora. Reconhecido internacionalmente como importante formação coralínea, o ecossistema estende-se por cerca de 200 quilômetros de faixa litorânea, entre o norte de Alagoas e o sul de Pernambuco, passando pelo município do Ipojuca. Para protegê-lo e ordenar o turismo ecológico, o governo federal criou em 1997 a Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, a maior unidade de conservação marinha do Brasil.
Diferentes espécies de peixes, lagostas, polvos e moreias são observadas em mergulhos com até 12 metros de profundidade. A história também faz parte do cenário submerso, a 30 metros de profundidade, com o navio de desembarque Gonçalo Coelho. A embarcação integrou o transporte de veículos blindados durante a Segunda Guerra Mundial e, depois, foi utilizada como meio de carga entre Recife e Fernando de Noronha. Transformado em recife artificial, o navio atualmente é refúgio para as mais diversas espécies marinhas. (Reportagem Local)





