Fotos: DivulgaçãoEm ambientes de tráfego intenso, como este lobby de hotel, o carpete é um dos revestimento mais usadosEle já teve sua fase de ouro no tempo em que nove entre dez residências usavam o carpete para revestir o piso, da sala aos quartos. Afinal, levantar da cama e pisar macio ou chegar em casa, tirar os sapatos e andar silenciosamente, só mesmo pisando sobre a suavidade de um carpete. Entretanto, na década passada, o velho e bom carpete perdeu uma gorda fatia do mercado para novos materiais. Outros produtos, de fácil instalação e manutenção, chegaram ao setor de decoração para substituir os tradicionais carpetes. A madeira, por exemplo, voltou com tudo. Valorizada novamente, ela ressurgiu triunfal na antiga forma de tábua e, suprema novidade, em lâminas de madeira da espessura do mais fino carpete. Pedras, como granito e mármore, além de cerâmicas vitrificadas também disputam esse mercado. Para fazer frente à concorrência, a indústria de pisos têxteis vem lançando a cada ano, carpetes nas mais diversas versões. São novas texturas, cores e padronagens, a preços que atendem o gosto e o bolso do consumidor.
Os ambientes ensolarados se harmonizam com cores fortes, embora estas devam ser usadas com cuidado, pois tendem a cansar
No Brasil, a moda em carpete ainda não tem raízes próprias; é fortemente influenciada pelos Estados Unidos e Bélgica, países que reúnem os principais fabricantes de teares e fio. Segundo Flávio Carelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Carpetes (Abric), os tons pastel, principalmente beges, continuam sendo a mais forte tendência nessa área. ‘‘Essas tonalidades sempre prevaleceram na preferência do brasileiro, mas, nos últimos anos, passamos a ter um sensível aumento na aceitação dos azuis e verdes, tanto para ambientes residenciais como para comerciais’’.

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