Personalidade dita os nomes
Tutora das cadelas Joana, Jully, Fiona e Farofa, a protética Vivian Zambrim de Oliveira conta que os nomes foram dados segundo a característica de cada uma, com exceção da "caçula", que já veio com o nome nada usual. O anúncio de doação em uma rede social dizia que a cadelinha preta, com uma mancha branca no peito já havia sido maltratada e precisava de um lar e o marido de Vivian, Rodrigo de Oliveira, não resistiu.
"Também me apaixonei por aquela coisinha minúscula super especial, esperta e arteira. Mas, Farofa? Pensei em mudar o nome, mas por mais que tentasse não encontrava nenhum. Quando chamei por Farofa e ela parou, me olhou virando a cabeça para o lado e correu em minha direção, não tive dúvidas que continuaria Farofa. Passou o tempo e aquela pelagem preta deu lugar a um 'casaco' meio acinzentado e todo bagunçado que vai só até metade do corpo, mas super macio, uma Farofa mesmo", conta rindo.
Vivian diz que acha bastante difícil a missão de dar nomes para os pets e sempre vê as pessoas pedindo ajuda e sugestões. "Eu escolho pela personalidade. A Joana ganhou esse nome do meu marido, ele disse que tinha cara de Joana e não teve nada nesse mundo que o fizesse mudar de ideia. A Jully, com cara meiga e aparentemente quieta, ganhou o nome fofo, que logo se mostrou um pouco inadequado. A pessoa (que doou) me garantiu que seria calma, mas basset com poodle resultou em um pequeno furacão", diz rindo. A última a chegar à família foi Fiona que, pequena, com nariz rosa e olhos azuis conforme descreve Vivian , parecia uma princesa. "E ainda é", diz ela.
Além dos respectivos nomes, as cadelas também atendem por diversos apelidos, inclusive aos chamados da pequena Victoria, filha do casal, que com pouco mais de um ano e meio ainda não consegue pronunciar corretamente os nomes. "A Fiona é chamada de Ona e sabe que é com ela", garante Vivian. (E.G)






