Com a proximidade do verão e a necessidade de se expor ao sol, as sessões de depilação se tornam cada vez mais disputadas. Antes de desfrutar os momentos de lazer em praias e piscinas com o corpo depilado, recomenda-se uma orientação médica a respeito dos métodos mais indicados para cada tipo de pele. Há técnicas para os mais variados gostos e sensibilidades: da cera fria à eletrólise e também o laser.
O laser é um dos métodos mais avançados. As luzes impedem o crescimento dos pêlos atuando diretamente nas raízes e destruindo-as. ‘‘Apesar de ser mais caro, o laser é indolor. Além disso, contamos com a Lightsheer, máquina aprovada pelo Federal Drugs Administration (FDA)’’, afirma o dermatologista Paulo do Cabo Notaroberto.
A eletrólise elimina os pêlos por meio de agulhas especiais e tem vários adeptos.‘‘Eu utilizo agulhas alemãs descartáveis, que emitem correntes elétricas e atrofiam o bulbo capilar. O tratamento leva em média de um a dois anos, em sessões mensais’’, afirma a esteticista Eneida Almeida de Andrade.
O cirurgião plástico Marcelo Daher também trabalha com equipamentos de última geração, como a máquina do laser de rubi, cristal, que absorve os pêlos e destrói o folículo piloso. A novidade oferece segurança porque impede a passagem de raios danosos como o ultravioleta. Esses raios lesam estruturas da pele.

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