O Sindicato de Manequins e Modelos do Paraná (SIMM), é o primeiro do Brasil e um dos poucos atuantes. A advogada da entidade, Fisako Kawasaki, costuma receber queixas de modelos lesados. ‘‘Mas, na hora em que pedimos para registrar uma queixa formal, eles se calam com medo de represálias’’, conta a advogada. Com base na lei 6533/78, o sindicato exige das escolas credenciadas que orientem os alunos sobre suas reais condições no mercado. ‘‘Procuramos esclarecer sobre como iniciar a carreira e sobre legislação, porque além das aulas de passarela, postura, eles devem saber se têm chances no mercado - se são baixinhos mas têm um rosto bom para vídeo, podem ser bem aproveitados’’.
Outra advertência do Sindicato de Modelos e Manequins: ‘‘após terminar o curso profissionalizante, que deve ter várias disciplinas e cerca de 120 horas/aula, o novo profissional deve se credenciar junto ao sindicato para assegurar seus direitos. E antes de fazer qualquer trabalho, deve exigir um contrato e nunca aceitar roupas ou presentes como forma de pagamento, para não se desvalorizar perante o cliente. Com tudo no papel, não terá como ser enganado’’. (C.A.)

mockup