Para quem acha que montar quebra-cabeças é coisa de criança ou de quem não tem o que fazer, a funcionária pública Juliana de Souza é um bom exemplo para repensar tais valores. Casada e com um filho, ela ainda se divide entre dois empregos. Mesmo assim encontra tempo para montar quase 100 quebra-cabeças nos últimos oito anos. "Sempre gostei de quebra-cabeças, desde pequena montava, mas na gravidez do meu filho (João Guilherme, de 7 anos) estava muito ansiosa e usei o quebra-cabeças para me acalmar", lembra Juliana. "Muita gente acha que é preciso muita paciência para montar, mas eu sou bem desprovida de paciência", avisa. Para ela, é mais um treino para a concentração.

Leia mais na reportagem de Karla Matida na Folha da Sexta

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