Paulo WolgangO bom vinho é um coadjuvante perfeito em vários momentos do dia-a-diaQuando ele foi inventado ninguém sabe. Acredita-se que o vinho é conhecido pelo homem há cerca de 7 a 8 mil anos. As especulações mais comuns é que ele tenha sido ‘‘descoberto’’ por acaso. Há inúmeras histórias e lendas sobre o vinho, que encantam o imaginário das pessoas e dão à bebida uma certa magia. Não é à toa que ele é considerado o néctar dos deuses.
E não é tão simples saber apreciar um bom vinho. Exige tempo, dedicação, paciência e, infelizmente, dinheiro. Só para se ter uma idéia, para montar uma adega básica composta de vinhos espumantes, brancos leves/frutados, encorpados e de sobremesa, mais os tintos encorpados e fortificados gasta-se, em média, de R$ 500,00 a R$ 1.000,00. A variação de preços para uma adega permanente, em que os vinhos podem ser conservados durante anos, enquanto amadurecem e ganham complexidade, é muito grande. Para isso, não basta saber quais são os melhores vinhos, exigem-se também conhecimentos mais profundos a fim de poder escolher quais as marcas certas a ser adquiridas e como conservá-las.

Marcos BorgesSegundo o médico Francisco Gregori Júnior, o vinho servido à mesa é um excelente relaxante após um dia de trabalho, além de ajudar a prevenir o infartoUma confraria de vinho famosa em Londrina, composta por dez casais entre médicos, advogados e empresários, se formou ao longo dos últimos dez anos. Nasceu em função da paixão em comum que o grupo tem pela bebida. São amigos que têm prazer de degustar um bom vinho. Um dos componentes da confraria, o empresário Jabur Abdala, é possuidor de uma adega que está entre as 10 maiores e melhores do país. ‘‘A confraria surgiu informalmente. Alguém comprava um vinho diferente e chamava os amigos para degustar’’, conta o advogado José Carlos da Rocha, 59 anos, que também participa do grupo.

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